6 "pecados" que podem destruir sua carreira
Preguiça e arrogância não devem refletir em suas atitudes no ambiente de trabalho
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A preguiça, a ganância, vaidade, inveja são alguns dos pecados capitais que devem ser evitadas a todo custo no ambiente de trabalho – mesmo que você não siga nenhuma religião. “Detectamos diariamente nas atitudes do profissional alguns pecados. Em alguns casos estes ficam mais marcados por um deslize comportamental do que por um erro técnico”, afirma Luiz Fernandes Visconte, sócio da Vicky Bloch Associados.
Para Renata Mello, especialista em etiqueta empresarial, as pessoas normalmente não se definem como um profissional preguiçoso ou ganancioso. Imprevistos acontecem e, às vezes, controlar o emocional é um desafio. Os erros citados acima são perdoáveis.
Entretanto, especialistas afirmam que a carreira de um profissional pode ser prejudicada quando este não se dá conta do excesso desses deslizes e se isenta da culpa de não conseguir uma promoção ou o reconhecimento do chefe ou colegas de trabalho.
Confira abaixo a lista com alguns pecados que devem ser evitados:
Arrogância
Agir como se fosse o melhor profissional da empresa não significa que você realmente seja. Julgar-se melhor que o outro não traz vantagem profissional. Quando um trabalho é bem feito, os méritos e elogios chegarão sem precisar que você os chame.
Cinismo
Criticar ou elogiar falsamente seus colegas de trabalho não são atitudes de um profissional que preza pela carreira. A competividade existe e não deve ser esquecida, mas ser cínico é, totalmente, dispensável.
Preguiça
A preguiça não deve reinar quando se trata de trabalho. “Acaba sempre perdendo uma oportunidade de crescer, de compartilhar com os colegas alguma tarefa, com a desculpa de que está cansado demais ou ocupado demais”, afirma Visconte.
Lembre-se: ser proativo é quase uma senha para a ascensão profissional.
Ganância
Como todo pecado, o excesso de ganância o transformará em um profissional focado somente em números, bônus e aumento de salário. É recomendável equilibrar o desejo de conquistar uma promoção, por exemplo.
Inveja
Desmerecer seu colega de trabalho ou chefe não o tornará uma pessoa melhor, muito menos um profissional melhor. Reflita antes de fazer comentários maldosos que só o caracterizarão como uma pessoa invejosa.
Mentira
Mentir requer talento, inventar desculpas não deve se tornar um hábito. Uma desculpa para não participar da reunião e as pessoas começam a duvidar da credibilidade do profissional.
Fonte: http://www.exame.com.br
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Piadas
Mariazinha, a irmã mais velha do Joãozinho, estava tendo a sua primeira menstruação. Apavorada, sem saber a razão de todo aquele sangue, corre pelos corredores à procura do irmão. - Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!! - Calma, calma, maninha, o que foi? - Olha só!!! Estou sangrando!!! O que será isso, Joãozinho??? Joãozinho sentiu-se embaraçado no primeiro momento. Pensou um pouco. Usando toda a sua experiência (estava no auge dos 7 anos), levantou o vestido da irmã, abaixou a calcinha ... analisou todas as possibilidades, e finalmente concluiu: - Olha...eu não entendo muito bem disso..., mas acho que arrancaram o seu saco.
Luizinho, do que voce tem mais medo? - Da mula-sem-cabeca, fessora. - Mas,Luizinho, a mula-sem-cabeca não existe. É apenas uma lenda... Você não precisa ter medo. Mariazinha, do que você tem mais medo? - Do saci-perere, fessora. - Mariazinha o saci-perere também não existe. E somente outra lenda... Você não precisa ter medo. - E você, Joãozinho? Do que tem mais medo? - Do MalaMen, fessora. - Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men? - Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz na oração: Não nos deixes cair em tentação mas livrai-nos do Mala-Men.
O sujeito vai para Israel visitar a familia e aproveita para visitar alguns lugares historicos: Jerusalem, Belem, o Rio Jordao... Quando chega no Mar da Galileia, ele resolve fazer um passeio de barco e pergunta o preço para um sujeito que alugava barcos: - Oitenta dolares a hora! - Oitenta dolares? O senhor está maluco? é muito caro! - Mas esse é o lago onde Jesus andou sobre as aguas! - Tambem pudera! Com o barco por esse preço!
Luizinho, do que voce tem mais medo? - Da mula-sem-cabeca, fessora. - Mas,Luizinho, a mula-sem-cabeca não existe. É apenas uma lenda... Você não precisa ter medo. Mariazinha, do que você tem mais medo? - Do saci-perere, fessora. - Mariazinha o saci-perere também não existe. E somente outra lenda... Você não precisa ter medo. - E você, Joãozinho? Do que tem mais medo? - Do MalaMen, fessora. - Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men? - Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz na oração: Não nos deixes cair em tentação mas livrai-nos do Mala-Men.
O sujeito vai para Israel visitar a familia e aproveita para visitar alguns lugares historicos: Jerusalem, Belem, o Rio Jordao... Quando chega no Mar da Galileia, ele resolve fazer um passeio de barco e pergunta o preço para um sujeito que alugava barcos: - Oitenta dolares a hora! - Oitenta dolares? O senhor está maluco? é muito caro! - Mas esse é o lago onde Jesus andou sobre as aguas! - Tambem pudera! Com o barco por esse preço!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
DICAS SÉRIAS
5 atitudes que podem definir sua trajetória profissional
Ter disciplina no trabalho e colaborar com colegas são hábitos que fazem a diferença na carreira
Camila Lam, de Exame
São Paulo – Você é o único que pode controlar sua carreira. Não espere que os outros definam em qual cargo você estará no futuro. Sentir-se acomodado é o primeiro sinal óbvio de que uma mudança é necessária no comportamento profissional.
Para José Augusto Minarelli, diretor presidente da Lens & Minarelli, ter uma atitude positiva no trabalho é fundamental para ter êxito. “O profissional que deseja ter sucesso na carreira ou no seu empreendimento tem que prestar um bom serviço para ter prestígio”, afirma.
“É preciso ter coragem para errar. Há quem tenha muita vontade de fazer, mas não tenha coragem para arriscar. Lembre-se que os grandes profissionais já erraram muito”, explica Orlando Pavani, diretor de relações institucionais e conhecimento da Gauss Consulting Group.
Confira cinco atitudes que os especialistas consideram ser importantes para se ter uma carreira de sucesso.
1 Ter iniciativa
Pode se dizer que aquele profissional que só age quando recebe ordens já está ultrapassado. O atual contexto das empresas exige pessoas que tenham uma espécie de perfil empreendedor. Em outras palavras, que estejam dispostas a desbravar novas tarefas – sem que isso seja pedido pela chefia. Essa postura deve se tornar um hábito ao ponto que você quase não precise mais de chefe.
2 Ser colaborativo
Oferecer ajuda aos colegas de trabalho e trabalhar em equipe são atitudes que trazem benefícios tanto para você quanto para empresa. O feedback também é essencial, pergunte às pessoas com que trabalha, como você pode melhorar e não fique abalado com as críticas.
3 Ter disciplina
Você pode se dizer competente e motivado, mas nada adianta se não terminar todas as tarefas que propôs começar. Por isso, neste início do ano, foque em mudanças na sua rotina para ser um profissional altamente produtivo.
4 Ser “elástico”
Para Pavani, o profissional que é aberto e “acessa” assuntos ou temas diferentes consegue ter uma visão mais ampla na hora de resolver um problema. “Eu preciso acessar o contraditório e não concordar”, explica.
5 Prepare-se para o futuro
Invista em você e mantenha-se atualizado. Para os especialistas, é preciso participar de congressos, fazer cursos, por mais que tenha tido uma boa formação. Dessa maneira o profissional saberá que tipo de concorrente tem no mercado de trabalho e as oportunidades que o cercam.
fonte: http://www.exame.com.br
Ter disciplina no trabalho e colaborar com colegas são hábitos que fazem a diferença na carreira
Camila Lam, de Exame
São Paulo – Você é o único que pode controlar sua carreira. Não espere que os outros definam em qual cargo você estará no futuro. Sentir-se acomodado é o primeiro sinal óbvio de que uma mudança é necessária no comportamento profissional.
Para José Augusto Minarelli, diretor presidente da Lens & Minarelli, ter uma atitude positiva no trabalho é fundamental para ter êxito. “O profissional que deseja ter sucesso na carreira ou no seu empreendimento tem que prestar um bom serviço para ter prestígio”, afirma.
“É preciso ter coragem para errar. Há quem tenha muita vontade de fazer, mas não tenha coragem para arriscar. Lembre-se que os grandes profissionais já erraram muito”, explica Orlando Pavani, diretor de relações institucionais e conhecimento da Gauss Consulting Group.
Confira cinco atitudes que os especialistas consideram ser importantes para se ter uma carreira de sucesso.
1 Ter iniciativa
Pode se dizer que aquele profissional que só age quando recebe ordens já está ultrapassado. O atual contexto das empresas exige pessoas que tenham uma espécie de perfil empreendedor. Em outras palavras, que estejam dispostas a desbravar novas tarefas – sem que isso seja pedido pela chefia. Essa postura deve se tornar um hábito ao ponto que você quase não precise mais de chefe.
2 Ser colaborativo
Oferecer ajuda aos colegas de trabalho e trabalhar em equipe são atitudes que trazem benefícios tanto para você quanto para empresa. O feedback também é essencial, pergunte às pessoas com que trabalha, como você pode melhorar e não fique abalado com as críticas.
3 Ter disciplina
Você pode se dizer competente e motivado, mas nada adianta se não terminar todas as tarefas que propôs começar. Por isso, neste início do ano, foque em mudanças na sua rotina para ser um profissional altamente produtivo.
4 Ser “elástico”
Para Pavani, o profissional que é aberto e “acessa” assuntos ou temas diferentes consegue ter uma visão mais ampla na hora de resolver um problema. “Eu preciso acessar o contraditório e não concordar”, explica.
5 Prepare-se para o futuro
Invista em você e mantenha-se atualizado. Para os especialistas, é preciso participar de congressos, fazer cursos, por mais que tenha tido uma boa formação. Dessa maneira o profissional saberá que tipo de concorrente tem no mercado de trabalho e as oportunidades que o cercam.
fonte: http://www.exame.com.br
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
PENSAMENTO DO DIA
A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas...um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna...
DICAS SÉRIAS
7 hábitos de pessoas altamente produtivas
Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes característicasCamila Lam, de Exame
São Paulo – Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.

Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.
Confira nas páginas seguintes sete hábitos que merecem ser adotados:
1 - Estabelecer critérios e saber dizer não

Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.
Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.
2 - Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos

Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.
“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.
3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito

De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.
Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.
4 – Acessar o e-mail periodicamente

Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.
Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.
“A tecnologia tem quer um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.
5 – Evitar ser “multitarefa”

Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.
“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.
6 – Adotar intervalos

Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.
Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.
7 – Cuidar da saúde

“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.
Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.
* Fonte: http://www.exame.com.br
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
PIADAS
Joãozinho...
O Joãozinho vai até a farmácia e pede ao farmacêutico um supositório. O farmacêutico embrulha e entrega para o Joãozinho que vai saindo da farmácia sem pagar a conta. Então o farmacêutico grita: - É para por na conta da sua mãe ? E o Joãozinho responde prontamente: - Não, é para por no c*ú do pai mesmo.
Quer mais? acessem a aba de piadas...
O Joãozinho vai até a farmácia e pede ao farmacêutico um supositório. O farmacêutico embrulha e entrega para o Joãozinho que vai saindo da farmácia sem pagar a conta. Então o farmacêutico grita: - É para por na conta da sua mãe ? E o Joãozinho responde prontamente: - Não, é para por no c*ú do pai mesmo.
Quer mais? acessem a aba de piadas...
DICAS SÉRIAS
6 dicas para trabalhar de casa
Os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa
Rafael Ferrer, de Info
São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.
Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.
Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.
Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.
Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.
Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. "As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego", diz Irene.
As seis dicas são:
1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.
2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.
3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.
4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente as internas das empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.
5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham os mesmos conhecimentos. “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.
6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene.
*Fonte: http://www.exame.com.br
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
DICAS SÉRIAS
O erro de quem faliu é não querer ver
Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa
Sidney Santos, da EXAME PME
Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?
No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.
Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.
Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.
Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.
Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.
Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.
Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.
Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.
Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.
Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.
*Fonte: http://www.exame.com.br
Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa
Sidney Santos, da EXAME PME
Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?
No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.
Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.
Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.
Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.
Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.
Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.
Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.
Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.
Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.
Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.
*Fonte: http://www.exame.com.br
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