DICAS SÉRIAS

6 "pecados" que podem destruir sua carreira


Preguiça e arrogância não devem refletir em suas atitudes no ambiente de trabalho

Camila Lam, de Exame

São Paulo – A preguiça, a ganância, vaidade, inveja são alguns dos pecados capitais que devem ser evitadas a todo custo no ambiente de trabalho – mesmo que você não siga nenhuma religião. “Detectamos diariamente nas atitudes do profissional alguns pecados. Em alguns casos estes ficam mais marcados por um deslize comportamental do que por um erro técnico”, afirma Luiz Fernandes Visconte, sócio da Vicky Bloch Associados.

Para Renata Mello, especialista em etiqueta empresarial, as pessoas normalmente não se definem como um profissional preguiçoso ou ganancioso. Imprevistos acontecem e, às vezes, controlar o emocional é um desafio. Os erros citados acima são perdoáveis.

Entretanto, especialistas afirmam que a carreira de um profissional pode ser prejudicada quando este não se dá conta do excesso desses deslizes e se isenta da culpa de não conseguir uma promoção ou o reconhecimento do chefe ou colegas de trabalho.

Confira abaixo a lista com alguns pecados que devem ser evitados:

Arrogância

Agir como se fosse o melhor profissional da empresa não significa que você realmente seja. Julgar-se melhor que o outro não traz vantagem profissional. Quando um trabalho é bem feito, os méritos e elogios chegarão sem precisar que você os chame.

Cinismo

Criticar ou elogiar falsamente seus colegas de trabalho não são atitudes de um profissional que preza pela carreira. A competividade existe e não deve ser esquecida, mas ser cínico é, totalmente, dispensável.

Preguiça

A preguiça não deve reinar quando se trata de trabalho. “Acaba sempre perdendo uma oportunidade de crescer, de compartilhar com os colegas alguma tarefa, com a desculpa de que está cansado demais ou ocupado demais”, afirma Visconte.

Lembre-se: ser proativo é quase uma senha para a ascensão profissional.

Ganância

Como todo pecado, o excesso de ganância o transformará em um profissional focado somente em números, bônus e aumento de salário. É recomendável equilibrar o desejo de conquistar uma promoção, por exemplo.

Inveja

Desmerecer seu colega de trabalho ou chefe não o tornará uma pessoa melhor, muito menos um profissional melhor. Reflita antes de fazer comentários maldosos que só o caracterizarão como uma pessoa invejosa.

Mentira

Mentir requer talento, inventar desculpas não deve se tornar um hábito. Uma desculpa para não participar da reunião e as pessoas começam a duvidar da credibilidade do profissional.

Fonte: http://www.exame.com.br

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5 atitudes que podem definir sua trajetória profissional

Ter disciplina no trabalho e colaborar com colegas são hábitos que fazem a diferença na carreira
Camila Lam, de Exame
São Paulo – Você é o único que pode controlar sua carreira. Não espere que os outros definam em qual cargo você estará no futuro. Sentir-se acomodado é o primeiro sinal óbvio de que uma mudança é necessária no comportamento profissional.
Para José Augusto Minarelli, diretor presidente da Lens & Minarelli, ter uma atitude positiva no trabalho é fundamental para ter êxito. “O profissional que deseja ter sucesso na carreira ou no seu empreendimento tem que prestar um bom serviço para ter prestígio”, afirma.

“É preciso ter coragem para errar. Há quem tenha muita vontade de fazer, mas não tenha coragem para arriscar. Lembre-se que os grandes profissionais já erraram muito”, explica Orlando Pavani, diretor de relações institucionais e conhecimento da Gauss Consulting Group.
Confira cinco atitudes que os especialistas consideram ser importantes para se ter uma carreira de sucesso.
1 Ter iniciativa
Pode se dizer que aquele profissional que só age quando recebe ordens já está ultrapassado. O atual contexto das empresas exige pessoas que tenham uma espécie de perfil empreendedor. Em outras palavras, que estejam dispostas a desbravar novas tarefas – sem que isso seja pedido pela chefia. Essa postura deve se tornar um hábito ao ponto que você quase não precise mais de chefe.
2 Ser colaborativo
Oferecer ajuda aos colegas de trabalho e trabalhar em equipe são atitudes que trazem benefícios tanto para você quanto para empresa. O feedback também é essencial, pergunte às pessoas com que trabalha, como você pode melhorar e não fique abalado com as críticas.
3 Ter disciplina
Você pode se dizer competente e motivado, mas nada adianta se não terminar todas as tarefas que propôs começar. Por isso, neste início do ano, foque em mudanças na sua rotina para ser um profissional altamente produtivo.
4 Ser “elástico”
Para Pavani, o profissional que é aberto e “acessa” assuntos ou temas diferentes consegue ter uma visão mais ampla na hora de resolver um problema. “Eu preciso acessar o contraditório e não concordar”, explica.
5 Prepare-se para o futuro
Invista em você e mantenha-se atualizado. Para os especialistas, é preciso participar de congressos, fazer cursos, por mais que tenha tido uma boa formação. Dessa maneira o profissional saberá que tipo de concorrente tem no mercado de trabalho e as oportunidades que o cercam.
fonte: http://www.exame.com.br

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7 hábitos de pessoas altamente produtivas
Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes características

Camila Lam, de Exame

São Paulo – Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.

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Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.

Confira nas páginas seguintes sete hábitos que merecem ser adotados:

1 - Estabelecer critérios e saber dizer não

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Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.

Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.

2 - Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos

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Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.

“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.


3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito

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De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.

Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.


4 – Acessar o e-mail periodicamente

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Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.

Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.

“A tecnologia tem quer um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.


5 – Evitar ser “multitarefa”

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Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.

“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.

6 – Adotar intervalos

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Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.

Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.

7 – Cuidar da saúde

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“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.

Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.


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6 dicas para trabalhar de casa

Os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa

Rafael Ferrer, de Info

São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.

Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.





Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.

Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.

Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.

Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. "As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego", diz Irene.

As seis dicas são:

1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.

2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.

3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.

4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente as internas das empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.

5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham os mesmos conhecimentos. “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.

6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene.

*Fonte: http://www.exame.com.br

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O erro de quem faliu é não querer ver

Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa

Sidney Santos, da EXAME PME

Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?

No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.


Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.

Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.

Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.

Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.

Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.

Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.

Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.

Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.

Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.

*Fonte: http://www.exame.com.br

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8 jeitos de implodir suas chances na entrevista de emprego

Especialistas mostram quais os principais erros dos candidatos nos processos de seleção

Talita Abrantes, de Exame

São Paulo – Apesar do suspense dos mercados globais, o Brasil deve seguir em 2012 com uma defasagem severa de profissionais com qualificação suficiente. Mesmo assim, há quem (apesar de um currículo interessante) não consiga encantar nenhum headhunter.

As razões podem estar na maneira como a pessoa se porta na entrevista de emprego. De acordo com especialistas, mesmo entre profissionais mais experientes e que pleiteiam cargos mais executivos, os erros são comuns. Confira quais são:

1. Bancar ser a última bolacha do pacote
O Brasil vive um momento de ouro para os profissionais com qualificação de tirar o fôlego. Ter um currículo anos luz acima da média, contudo, não pode ser justificativa para dar pano para a presunção na hora da entrevista de emprego.

“É uma questão de oferta e procura. Quando você sabe que a demanda está alta, você tende a se valorizar mais. O cuidado é que tem aumentado a soberba por parte dos candidatos”, afirma Luiz Visconte, sócio da Vicky Block Associados.

Cada vez mais, as empresas valorizam determinados perfis profissionais que em nada combinam com falta de humildade. “Quando você se coloca como a última bolacha do pacote, é o mesmo que dizer para o outro que ele não é tão bom quanto você”, diz o especialista. “O candidato precisa baixar a guarda e mostrar que está lá, realmente, por vontade de estar”.

2. Fugir dos fatos
Agora, qual é o limite entre ser presunçoso e encantar o recrutador com suas qualificações ou conquistas? Com dados e fatos. Ponto final. O problema, segundo Visconte, é que muitos candidatos se perdem em uma porção de adjetivos abstratos sobre eles mesmos. E isso só contribui para que o fique uma imagem presunçosa.

“Quando você tem realizações que são compatíveis com o seu discurso não ficará a impressão de que você está tentando mostrar que é melhor do que a pessoa do outro lado”, diz o sócio da Vicky Block Associados. Ao contrário. Os fatos irão “vender o peixe” sozinhos - sem que você tenha que se desdobrar para impressionar.

Por isso, a dica é “descrever suas conquistas e como elas se aplicam para o cargo em questão de uma maneira clara e concisa”, afirma Frédéric Ronflard, diretor da Robert Walters Brazil.

3. Ser ignorante nos assuntos da empresa
Aparecer na entrevista sem ter a mínima noção sobre os negócios da companhia já é um deslize sério para candidatos a oportunidades juniores. Para quem pleiteia um cargo mais elevado na hierarquia, essa postura vira falta gravíssima.

“A entrevista é um processo de mão dupla. Da mesma forma que a empresa avalia o candidato, ele deve checar se a proposta faz ou não sentido para ele”, diz Visconte. E, para isso, é preciso preparo prévio.

Ao demostrar algum conhecimento sobre assuntos relacionados a empresa, o candidato denuncia que, realmente, se interessou pela oportunidade. Fato que garante alguns pontos na avaliação final.

4. Trocar de papeis
Agora, de acordo com Ronflard, essa postura não deve ser pretexto para bancar o entrevistador. Lembre-se: esse não é o momento para colocar o recrutador na parede – como se o cargo, e não você, fosse o candidato em questão.

“O profissional deve conduzir a si mesmo como se estivesse determinado a conseguir o emprego em questão”, diz o especialista. “Nunca feche a porta de uma oportunidade”.

Sinal vermelho para os ansiosos de plantão que, de cara, querem saber tudo sobre o pacote de salários. “Você envia um sinal ruim sobre sua verdadeira motivação”, explica. “Além disso, você terá outros momentos (e a pessoa certa) para discutir esse assunto quando o interesse mútuo crescer”.

5. Acabar com a reputação da ex-companhia (ou atual)
Falar mal do emprego ou chefes anteriores além de antiético pode render pontos negativos para a avaliação final do headhunter. “Há entrevistados que, para não assumir seus atos, acabam recriminando outros”, diz Visconte. Além de imaturidade, isso pode apontar o quanto não confiável é o candidato em questão.

“Isso também pode gerar uma leitura ruim sobre sua real motivação para mudar de emprego”, diz Ronflard. Em outras palavras, talvez você só queira fugir da atual empresa.

6. Fugir de perguntas nebulosas
Diante de questões que apontem para um erro ou um tropeção anterior na carreira, o jeito é encarar com o máximo de honestidade possível – sem colocar em xeque a reputação de terceiros.

“Quanto mais de frente com o problema, melhor. Menos dúvidas sobram para o recrutador“, diz Visconte. “Se ele conseguir mostrar que essa experiência o ajudou a fechar um ciclo profissional, melhor”.

7. Não ser formal o suficiente
Mais e mais, as empresas estão apostando em entrevistas de emprego mais confortáveis para os candidatos. O problema é que muitos candidatos não percebem que há limites e agem como se estivessem em um happy hour com amigos.

“Não há nenhum problema em ser simpático e caloroso durante a entrevista, desde que isso não ultrapasse os limites do profissionalismo”, diz Rodland. “Você pode parecer próximo ao recrutador, sem ser intrusivo, por exemplo”.

A dica do especialista para isso é simples: “seja sempre um pouco mais formal do que o recrutador”.

8. Deixar o celular ligado (e atender)
Pode parecer básico, mas acredite: muitos candidatos a cargos executivos não conseguem desgrudar do celular nem mesmo durante uma entrevista de emprego. E, sim, há quem atenda uma ligação nessas condições.

Some-se a isso chegar atrasado e, pronto, terá um prato cheio para acabar com todas as chances de conseguir o cargo.


Fonte: http://exame.abril.com.br
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As frases que você nunca deve falar para o chefe

Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.
Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.

1 Isso não faz parte do meu trabalho
“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.
Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.
2 A culpa não é minha
Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.
3 Se você não fizer isso, eu me demito!
Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.
4 Isso é impossível de fazer!
Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.
5 Eu faltei porque meu cachorro está doente
Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.

Fonte: http://www.exame.com.br

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O que é uma bolha?
Texto publicado orignalmente em O pequeno investidor O que é uma bolha?

De uns tempos para cá, tenho visto, em outros fóruns de discussão, muitas pessoas questionando minha “previsão” de que o país passa por uma bolha imobiliária. Muitas pessoas alegam que não existe a bolha porque não vislumbram um cenário em que os preços caiam agudamente, como aconteceu nos Estados Unidos. Outras pessoas dizem que não há bolha imobiliária no país porque nosso sistema bancário é melhor regulamentado do que o americano e que, por isso, não acontecerá aqui o que aconteceu por lá. Acredito que ambos os argumentos são falhos – e a falha deles é a falta de conhecimento a respeito do que é uma bolha.

Definição simples, rápida e direta: uma bolha é a situação em que ocorre um descolamento dos preços de um ativo (imóvel, ações, fundos imobiliários, tulipas) com relação aos seus fundamentos.
Ou seja, na definição de bolha não está embutida nenhuma “queda abrupta” ou “crise de crédito idêntica à que ocorreu nos EUA”. Repetindo a definição, bolhas são o simples descolamento dos preços de um ativo com relação a seus fundamentos.
A principal maneira de fazer isso é avaliar o retorno do ativo para seu proprietário. O valor de um título do tesouro direto é calculado pelos juros que ele paga; o de uma ação, pelo seu retorno (em termos de lucro por ação ou de dividendos); e os imóveis, pelo seu aluguel. Não é possível avaliar se um ativo está caro ou barato, ou descolado de seus fundamentos ou não, apenas pela tendência de preços. Se o preço de uma ação sobe em harmonia com o crescimento do seu lucro, está tudo certo. Mas, às vezes, o preço da ação sobe de maneira descolada do crescimento dos seus lucros, pelo simples fato de que os investidores aceitam pagar mais por ela do que seu valor intrínseco. Se isso ocorre, uma bolha está criada.
E, acredito que temos visto isso com os imóveis no Brasil. De uns tempos pra cá, consolidou-se um paradigma composto pelas seguintes premissas: (i) o preço dos imóveis jamais caiu; (ii) imóvel sempre foi um excelente investimento; (iii) as altas taxas de crescimento (de ordem de 20-25% ao ano) se manterão até, pelo menos, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas (no caso do Rio de Janeiro); e (iv) a demanda é sustentável porque o Brasil vive um grande déficit habitacional. Mesmo que essas premissas fossem verdadeiras, elas não afastam o seguinte problema: se verificarmos a rentabilidade do imóvel em relação ao tipo de rendimento que dele se espera (os aluguéis), perceberemos que em várias cidades do país a rentabilidade esperada dos imóveis em termos de aluguel é muito inferior à taxa de outros investimentos. Em muitos casos, o proprietário recebe, em aluguel, menos de 3% do valor do imóvel por ano. Isso é metade da poupança, e é inferior à rentabilidade, em dividendos, de empresas como a Ambev.

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As frases que você nunca deve falar para o chefe

Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.
Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.


1 Isso não faz parte do meu trabalho
“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.
Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.
2 A culpa não é minha
Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.
3 Se você não fizer isso, eu me demito!
Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.
4 Isso é impossível de fazer!
Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.
5 Eu faltei porque meu cachorro está doente
Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.

Fonte: http://www.exame.com.br

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5 maneiras de elevar seu QI

Pesquisas comprovam que a inteligência pode aumentar ou diminuir dependendo do estilo de vida. Veja cinco maneiras de elevar seu QI

Maurício Grego, de Exame

São Paulo — Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.
Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.

A genética ajuda, mas gênios como Einstein também devem sua inteligência ao constante exercício da mente

Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.
Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.
1 Avance o máximo possível nos estudos
Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.
2 Escolha uma atividade profissional desafiadora
Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.
3 Explore novos assuntos
As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.
4 Estude e pratique música
A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.
5 Prefira o lazer inteligente
Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.

Fonte: http://www.exame.com.br
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5 deslizes de comunicação na hora da entrevista

Saiba quais são os engasgos de linguagem mais clássicos durante o processo de seleção e aprenda a evitá-los

Talita Abrantes, de Exame

São Paulo – Para quase todos os profissionais, a entrevista de emprego se apresenta como um momento decisivo para a carreira. É a hora em que seu futuro, no curto prazo, está em jogo. E, independente do ramo de atuação, as habilidades de comunicação sempre irão falar mais alto nesse momento.
Apesar do peso nesse quesito, vícios de linguagem e erros de comunicação são comuns nas entrevistas de emprego – e, muitas vezes, potencializados pela própria tensão do cenário do processo de seleção para a oportunidade profissional.


A melhor maneira de driblá-los? Preparando-se antes da entrevista. Vale treinar em frente ao espelho, pesquisar a fundo informações sobre a empresa bem como, simplesmente, usar algumas técnicas para diminuir a ansiedade.
1. Usar as pausas como muletas
Em momentos de extrema tensão, é fato que as palavras custam a tomar corpo nos lábios. Mas é preciso cuidado para não deixar que termos monossilábicos como “ãnh” e “hum” tomem espaço. “No plano da psicopedagogia, dizemos que é um neurônio ‘falando em voz alta’”, diz o professor Silvio Luzardo, do Senac Santa Catarina.
Na prática, esse hábito pode ser visto com maus olhos pelo recrutador. “Essa ausência de vocabulário pode ser considerado como ausência de um recurso de argumentação”, afirma o especialista.
Para evitar esses tropeços no meio do discurso, pense e respire fundo antes de começar a resposta. Isso é essencial para que você organize as ideias e ative o cérebro.
2. Falar muito rápido ou num ritmo não natural
Há quem, em situações de ansiedade como uma entrevista de emprego, engate a quinta marcha e fale em um ritmo quase na velocidade da luz. Se você integra esse grupo (guardando os devidos exageros da sentença anterior), cuidado.
O recrutador pode não entender uma palavra do que você está dizendo, além de perceber facilmente em qual nível de ansiedade você está. Dica: faça leves pausas entre uma sentença e outra. Só cuidado para não cair no erro anterior.
3. Não mostrar convicção
Por questões sociais, históricas e culturais, os brasileiros têm o hábito de começar frases com o verbo “acho”. A “tradição”, contudo, não invalida a aparência de hesitação e falta de convicção que o verbo traz.
“O candidato precisa ter certeza do que diz”, diz Luzardo. “Prefira usar expressões como ‘no meu entendimento’ ou ‘a minha experiência me diz’, considerando o contexto. Isso torna o discurso mais elegante”.
4. Ser informal ou formal ao extremo
O headhunter, provalvemente, fará de tudo para que você se sinta confortável durante a entrevista. Mas isso não pode ser encarado como um código para você se sentir em pleno happy hour com um velho amigo de trabalho. Uso de gírias, palavras de baixo calão ou outros itens que denotem extrema informalidade devem ser evitados.
Agora, a entrevista também não exige pompa e tratamento digno apenas de juízes. Bancar alguém que diferente de quem você realmente é também conta pontos negativos no saldo final.
5. Assassinar o português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns escorregões no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todo candidato precisa ter atenção redobrada na hora de conjugar verbos ou, simplesmente, pronunciar algumas palavras.

*Fonte: http://www.exame.com.br
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Você precisa de Coaching?

Por Yoshio Kawakami

Coaching já foi sinônimo de “última chance” em algumas empresas. Quando a chefia já não conseguia mais trabalhar com um determinado funcionário, depois de algumas tentativas de recuperação indicava-se o coaching.

Claro, em parte, a atividade visava apenas complementar um processo de comprovação do problema, que mais tarde serviria para justificar a demissão do funcionário. Ou seja, coaching era quase parte do processo de outplacement do profissional já praticamente indesejável para a organização.

Felizmente este tipo de utilização do coaching já deixou de existir ou, se existe, é a minoria nos dias de hoje.

Provavelmente a origem desta situação remonta algumas décadas atrás, quando num período de crises e buscas de redução de custos, as empresas reduziram a função de Recursos Humanos às atividades operacionais da área. Passou-se a dizer que o desenvolvimento e a gestão do pessoal era responsabilidade da própria chefia.

Obviamente com o passar dos anos, as consequências da adoção desta abordagem nas empresas apresentou a sua conta. Chefes sem preparo adequado para gestão de pessoas e para cuidar do desenvolvimento dos mesmos, passaram a escolher e contratar subordinados através de um critério pouco desafiador. O principal fator de seleção para muitos passou a ser o “low maintenance”, ou seja o candidato mais fácil de se lidar, menos contestador e mais cordato com o chefe.

Mas se não é a esta a razão que deve levar os profissionais ao processo, então quem precisa de coaching? Porque, você, um profissional em evolução, um executivo já comprovado pelos resultados alcançados precisaria de coaching?

Apesar da mudança da situação econômica do país da da performance financeira das empresas, pouco se viu em termos de recuperação da função essencial de desenvolvimento de Recursos Humanos durante muito tempo, dificultando a gestão das chefias.

O que se fez neste emprego distorcido do coaching no passado foi sem dúvida uma subutilização de uma ferramenta de alto valor para as organizações.


A minha experiência no uso do coaching já acumula alguns anos de bons resultados.

A mudança na maneira de ver o ferramenta fez com que o seu uso passasse de uma “operação de salvamento” para uma abordagem de preparação de novas lideranças. O candidato, principalmente interno, ao seu escolhido para uma promoção ou para uma mudança de função significativa, é indicado para o processo de coaching como parte da sua preparação para o novo cargo.

A promoção ou a mudança de posição traz um substancial aumento de responsabilidade e de expectativas que nem sempre são devidamente percebidas e atendidas pelo profissional indicado. Com o processo de coaching, o despertar do novo líder é estimulado, através de uma preparação mais profunda do que a sua própria chefia é capaz de fazer, lidando com as questões profissionais e pessoais.

Os exercícios praticados no processo servem para habilitar o novo líder e treinar as práticas de gestão rapidamente, para não expô-lo aos riscos iniciais da nova função.

Pela experiência, este tipo de coaching não deve ter características de um processo terapêutico, mas deve focalizar nas necessidades do novo líder no exercício da nova função. Principalmente o inventário das percepções sobre a sua performance, características positivas e negativas, habilidades e debilidades, relacionamento com pessoas dentro e fora da organização, imagem pessoal na organização, etc, são os elementos que servem de base para a preparação do profissional.

As experiências realizadas com abordagem terapêutica, cujo ponto de partida é a percepção do próprio profissional, tem demonstrado uma eficiência muito menor em função do foco que é estabelecido pelo candidato. Se a sua maturidade ainda não é adequada, o processo é desviado para o reforço das suas próprias percepções e não para a sua instrumentação adequada.

O coaching é hoje visto pelos funcionários como um processo de desenvolvimento importante para a formação da liderança, e é buscada pelos profissionais jovens que levam a sério a sua carreira.

A conclusão é de que todos nós necessitamos de coaching como uma ferramenta eficaz de apoio para encarar mudanças significativas no exercício das nossas funções na organização. De tempos em tempos, uma “tapa na cara” nos faz bem e o processo de coaching é uma ferramenta fabulosa.

Foi assim que busquei o coaching, mesmo sendo presidente da empresa e tendo bons resultados nos negócios. É um processo de feedback muito interessante em que descobrí que tinha mais coisas a serem melhoradas do que imaginava.

Uma das grandes vantagens do uso do coaching esta no fato de ser um processo imparcial e sem influências de julgamentos que poderiam ocorrer num processo interno, com a própria chefia.

Outro aspecto importante é que o processo é conduzido por profissionais capacitados e especializados para esta atividade, diferente do mentorship ou mentoring que praticamos dentro da organização ou fora, com base na experiência profissional.

Fonte: http://yoskaw.blogspot.com
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Quanto vale saber Inglês?

Por Yoshio Kawakami

Você fala inglês fluentemente? Ou melhor, você não fala inglês fluentemente, ainda? É uma pergunta que tenho feito aos jovens estudantes em palestras e bate-papos. A pergunta parece ser incômoda para muita gente. Para muito mais gente do que seria desejável, pelo que percebo. E quando comento que aqueles que não dominam o inglês não teriam chance de emprego nas principais empresas multinacionais, alguns jovens parecem surpresos e inconformados.
Na verdade, não é só o inglês. Hoje saber espanhol é igualmente importante se a empresa atua na América Latina (e não são poucas empresas, certo?).
O que tenho comentado é que pela natureza do negócio que administro, não é mais viável a contratação de jovens para aprenderem o inglês. Este processo, segundo os especialistas, levaria no mínimo de 700 horas a 1.000 horas de estudo. Considerando-se que os dias úteis num ano são 220 dias, com toda dedicação de 2 horas em média por dia, o que é uma rotina bastante pesada, certamente seriam necessários pelo menos 2 anos.
Ainda assim, para muitos, seria bastante desconfortável manter um diálogo profissional num novo idioma. Creio que seriam necessários outras atividades, como algum tempo num país onde o inglês seja o primeiro idioma, leituras e coisas mais.
Ou seja, é um investimento sério de tempo dedicado, além do próprio custo.



Não há dúvidas de que há hoje muito mais jovens capacitados em inglês do que no passado. Tudo se tornou mais acessível para os jovens com situação econômica mais favorecida. Mas acredito que estes jovens também são mais favorecidos culturalmente por viverem num meio que valoriza, incentiva e suporta financeiramente estas atividades.
Jovens com estas condições não necessitam seguir lendo este texto, a menos que queiram compreender a situação de forma mais ampla.
Mas visitando diversas universidades e conversando com os jovens, percebe-se que ainda não é realidade uma difusão da importância do idioma além da sua língua nativa. Explico nas palestras que o conhecimento adquirido no curso superior é um commodity, é um conhecimento básico que não diferencia o profissional recém-formado.
No entanto a falta de habilidade com o inglês, por exemplo, é uma diferenciação negativa muito forte. Pois para as empresas multinacionais, a solução não é mais treinar os jovens em idiomas, mas sim buscar aqueles que já possuem esta qualificação.
Lembro-me de um processo de seleção de um Trainee, que teria um programa internacional de desenvolvimento durante cerca de 2 anos. Foi solicitado que uma empresa de recrutamento selecionasse jovens recém-formados em todo país, verificando que tivessem um bom domínio do inglês.
De quase 2.000 candidatos, recebemos um grupo de finalistas de 24 jovens, já instruídos para prepararem um case hipotético para o negócio da empresa. Ao apresentarem-se todos para as Dinâmicas de Grupo e entrevistas, surpreendemos o grupo, pedindo-lhes que apresentassem o trabalho em inglês (todos haviam elaborado o trabalho em Português).
Do total de 24 jovens selecionados, apenas cerca 20% deles estariam verdadeiramente aptos com o inglês. As habilidades testadas foram a desenvoltura para falar em público, a habilidade de falar em inglês e a capacidade de comunicação de forma coerente e lógica.
Deste grupo, foram selecionados apenas 2 jovens e não teríamos preenchido as vagas com convicção se necessitássemos de 5 jovens.
O comentário tem como objetivo auxiliar os jovens a tomarem consciência de que vale a pena saber inglês de verdade. Não apenas para ser um dos poucos privilegiados como no passado, mas para ser parte de um mercado de trabalho globalizado.
Também o fato de poder ler, ouvir e compreender os fatos do mundo pode ser muito importante para o desenvolvimento da sua carreira.
A limitação de apenas saber o português é enorme, pois se considerarmos que grande parte das informações disponibilizadas no mundo em inglês nunca é traduzida para o português, pode-se ter idéia da perda.
Não é possível obter informações necessárias da América Latina para os negócios sem saber espanhol e não é possível obter informações dos EUA sem o inglês. Claro que o mesmo vale para cada país com idioma diferente.
Saber inglês ainda é a forma mais econômica de obter este tipo de informação no nosso planeta. Acumule o conhecimento obtido por uma pessoa ao longo de uns 10 ou 20 anos, considerando os benefícios para a formação de uma visão globalizada e a capacidade de compreender diferentes culturas e povos. Fará uma diferença enorme, impossível de ser recuperada.
Pense na abertura de uma nova porta para um mundo que não tem mais tempo para traduções e que gera um volume enorme de conhecimento e de informação que podem ser muito úteis para a sua profissão e para a sua carreira.
Mas sendo mais prático, quanto você imagina que seria a diferença de salário numa empresa multinacional, entre a posição mais elevada sem a necessidade de inglês e a primeira posição em que saber inglês fluentemente (de verdade) é requerida? Pelo menos de 3 a 5 vezes mais!
Você ainda acha que não vale a pena investir?
Grato,
Fonte: http://yoskaw.blogspot.com

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5 pontos para considerar antes de retornar ao antigo emprego

Remuneração, oportunidade de crescimento e relacionamento com o chefe são alguns aspectos citados por especialistas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – Você saiu da empresa e se arrependeu. Ou recebeu um convite inesperado da empresa que trabalhava para voltar. Em ambos casos, o primeiro questionamento que deve ser feito por você, segundo especialistas, é: por que resolvi sair da empresa?

“Às vezes ele não se dava bem com a gestão ou com a cultura organizacional e voltar para aquela empresa significa conviver com tudo aquilo de novo”, explica David Braga, gerente da Dasein Executive Search.


Sônia Helena Garcia, diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, alerta que para evitar que a decisão de voltar para a empresa seja tomada por comodismo, uma pesquisa no mercado deve ser feita.
“É preciso avaliar o que o mercado está buscando porque senão é muito fácil voltar para a zona de conforto e se cristalizar dentro da empresa”, diz.
Confira cinco questionamentos que você deve fazer antes de aceitar voltar para o antigo emprego:
1 Por que você quer voltar?
“É preciso resgatar razão que motivou a saída e porque ele escolheu ir para outro lugar. Analisar o que vale a pena ou não”, explica Márcia Almström, diretora de recursos humanos da Manpower Brasil.
“O profissional precisa saber o que ele quer hoje e onde ele pretende chegar daqui a cinco anos”, afirma Braga.
2 A empresa mudou?
Aquele gestor com quem você não se dava bem saiu?Se você sentia falta de autonomia, converse com os ex-colegas de trabalho e descubra se os aspectos que o desagradavam mudaram ou não.
3 O que te atrai na empresa?
São as pessoas ou são as oportunidades? Ou o salário? “É preciso avaliar as novas possibilidades de desenvolvimento na empresa: nível de hierarquia maior, novas responsabilidades, novos desafios ou um trabalho fora do país”, explica Sônia.
4 Qual o cargo que você irá ocupar?
Avalie se o cargo é adequado para o seu perfil e quais são as perspectivas de crescimento na empresa.
5 Qual o valor da remuneração?
Especialistas afirmam que o valor deve ser maior que o salário anterior.
Fonte: http://www.exame.com.br

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Água com estômago vazio!!! Super interessante

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, podem ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.
Beba água com estômago vazio.
Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido....
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método de tratamento:
1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutarem de uma vida mais saudável

A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:
1. Pressão Alta - 30 dias
2.. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar freqüentemente.
É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.
Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.
Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come Nada a perder, tudo a ganhar!

Para quem gosta de beber água fria.

Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.
Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.
É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.

Nota muito grave - perigoso para o coração:
As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.
Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo...
Sejamos cuidadosos e vigilantes
Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida
Ser um verdadeiro amigo é enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.


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Como fazer um currículo: excessos comprometem busca pela vaga


Ele é a porta de entrada para uma nova rotina de vida. Não há vaga de emprego que não passe por um currículo. Por isso, quanto mais bem feito o seu resumo profissional, maiores as chances se recolocar (ou de começar) no mercado de trabalho.

Segundo especialistas de empresas de recursos humanos ouvidos pelo UOL Empregos, os principais erros dos currículos que analisam estão relacionados ao excesso: de experiências narradas, de inovação gráfica, de números de documentos.

PRINCIPAIS ERROS
Não faça um currículo com mais de duas páginas
Não coloque foto, a não ser que a vaga peça
Nos dados pessoais, documentos não são necessários
Indique somente as últimas experiências profissionais
Não descreva sua personalidade


Ao enviar por e-mail, seja sucinto na apresentação

Marina Tchalian, coordenadora da área de recrutamento e seleção da Across, conta que um consultor da empresa analisa uma média de 200 currículos por dia. Assim, não adianta entregar calhamaços, cheios de "perfumaria", mas carentes de dados objetivos e, pior, com erros de português. Uma ou duas páginas (para os mais experientes) é suficiente.

"Além de um documento bem escrito, é preciso garantir a apresentação com informações concisas e fáceis de serem analisadas", diz.

Na apresentação gráfica, a critividade tem de ser moderada. Use uma fonte bastante conhecida e prefira poucas cores. O selecionador pode imprimir o currículo em preto-e-branco e perder dados.

Nos dados pessoais, não liste todos os seus números de documentos. O que tem de ter é nome, endereço, telefones (atualizados), e-mail, data de nascimento e estado civil. Foto, só se a vaga pedir. "Não levamos a foto em consideração, a não ser que se trate da seleção de uma modelo ou promotora para eventos, por exemplo", diz Tchalian.

Para economizar espaço, não é preciso iniciar com "Curriculum Vitae" ou "Currículo": pode começar diretamente pelo seu nome. Não é um erro, mas pode ajudar a dar uma boa impressão. "Os currículos estão muito mais concisos. Com isso você ganha espaço e mostra que você está mais conectado à realidade do mercado", resume a consultora da Across.

Foco nos resultados
Ao listar as experiências profissionais, concentre-se nas últimas três ou quatro empresas ou nos últimos dez anos de trabalho. Se for uma organização desconhecida, diga em uma linha o tipo de empresa e o tamanho.

É preciso ainda indicar seu cargo e quais foram suas principais responsabilidades e seus resultados. A consultora da Across dá um exemplo: "Obtive 10% no crescimento na linha em volume após seis meses e redução de 30% nos custos totais ao final de um ano".

Ana Guimarães, especialista em recrutamento da Robert Half, diz que o "uso de tópicos sempre facilita e ajuda quem tem dificuldade de escrever, porque, dessa forma, é possível resumir as atividades em pequenas frases".

Elencar qualidades, como "analítico", "líder", "organizado", não é necessário. "Elas serão analisadas sempre em uma entrevista pessoal, por meio de uma ligação telefônica, ou até mesmo, dependendo da instituição, pela aplicação de testes técnicos e psicológicos", diz Guimarães. Em vez disso, prefira descrever a área desejada no campo "Objetivo". Isso ajuda o selecionador.

Pela Internet
O envio do currículo por e-mail facilita a vida, mas também pode ser fonte de armadilhas. Os consultores preferem que o arquivo seja anexado. No assunto da mensagem, é preciso escrever algo como "Apresentação de currículo" ou especificar sua área de interesse ou posição.

No corpo do e-mail, objetividade também vai bem: apresente-se brevemente, em apenas uma ou duas linhas. Um exemplo: "Boa tarde. Meu nome é 'tal' e gostaria de me candidatar à vaga 'X'".

FONTE: http://noticias.uol.com.br/empregos/dicas/curriculo.jhtm
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Você é workaholic?



Descubra se você tem deixado a vida profissional dominar a sua rotina
Sentir paixão pelo trabalho e relacionar o mundo ao redor com sua atividade profissional é mais do que saudável, chega a ser o segredo de uma carreira de sucesso. O problema acontece quando você, simplesmente, não consegue se desligar do mundo corporativo e sente-se pressionado a dedicar atenção cada vez maior ao trabalho. "Ser workaholic é diferente ser worklover. O segundo grupo reúne pessoas que amam tanto o que fazem a ponto de não se importarem em dedicar um tempinho a mais para isso. Já o workaholic exagera sem perceber, deixando lazer e relacionamentos de lado", afirma o psicobiólogo José Roberto Leite, da Unifesp.

Além da terrível sensação de viver sob pressão, o workaholic acaba sofrendo com os danos à saúde que este comportamento provoca. "Doenças psicossomáticas, como ansiedade, insônia, obesidade, depressão e até úlcera são os problemas mais comuns", afirma o psicólogo clínico Tiago Lupoli. Antes de cair neste redemoinho de confusões, faça o teste e descubra se está na hora de equilibrar melhor as suas prioridades.

http://www.minhavida.com.br/conteudo/14214-voce-e-workaholic.htm?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=281794


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Como reter bons funcionários?

Um bom relacionamento com o gestor ajuda a manter os funcionários na empresa, alerta especialista

Esse tem sido um dos maiores desafios das empresas e dos profissionais da área de Recursos Humanos nos últimos tempos. Não creio que exista uma resposta fácil para essa pergunta, pois o universo de possibilidades, de atividades, cargos e segmentos, acaba influenciando e determinando algumas condições específicas.
De modo geral, creio que o gestor tenha um papel muito importante neste processo. Existe a máxima que diz: “pessoas se demitem de seus gestores e não da organização em que trabalham.” Assim, essa relação profissional, entre gestor e gerido, tem sido o foco do investimento de bilhões de dólares em treinamento no mundo inteiro. Não há dados específicos, mas as cifras são gigantescas, o que sugere que há muita fragilidade nessa relação.
Atualmente, fala-se muito na tentativa de desenvolver as competências do líder coach, ou seja, alguém com foco e interesse em pessoas, além de dominar as rotinas do seu trabalho. O líder coach consegue ensinar sua equipe, dedicar boa parte de seu tempo às pessoas e aos relacionamentos, inspirando e tirando o melhor de cada indivíduo com técnicas e ferramentas específicas de liderança.
O mais importante é saber que a boa qualidade nas relações líderes-liderados interfere fortemente no processo de retenção. Mas o gestor também não é o único responsável por isso. Existem outros aspectos que devem ser levados em consideração.
Entre eles, boas práticas de gestão e políticas de RH que valorizem e incentivem o profissional, bons salários, perspectivas de crescimento e possibilidade de novos desafios. Mas tudo isso pode falhar se não houver alinhamento entre os valores e objetivos de carreira do profissional com a empresa.



Adriana Gomes é coordenadora do Centro de Carreira e do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da pós-graduação da ESPM
*FONTE http://www.guiametal.com.br


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MENTE FOCADA

Uma mente focada possui cinco poderes: percepção, atenção plena, injeção, escolha e energia interna. O poder da percepçãonos permite ver e entender as coisas verdadeiramente, sem complicação. O poder da atenção plena nos potencializa ao deixar que a mente fique concentrada e também livre de frustração, estresse e raiva. O poder da injeção nos permite energizar os outros com nossa própria positividade, deixando que a boa energia refletida volte para nós, mantendo assim o ciclo positivo. O poder de escolha possibilita primeiro diferenciar o certo do errado, o útil do inútil, para então fazer a opção correta para cada situação. O poder da energia interna aponta para coisas novas, encoraja a mudar o que nos faz sentir desconfortáveis conosco e nos ajuda a desfrutar a vida plenamente.”


PARA REFLETIR

"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo e nas festas agendadas no calendário de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba, quando não acredita em mais nada, e entende tudo errado. Quando paralisa, se vitimiza, perde o charme, o prazo, a identidade, a coerência e o rebolado..."

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