quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PENSAMENTO DO DIA

A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas...um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna...

DICAS SÉRIAS

7 hábitos de pessoas altamente produtivas

Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes características


Camila Lam, de Exame


São Paulo – Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.

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Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.

Confira nas páginas seguintes sete hábitos que merecem ser adotados:

1 - Estabelecer critérios e saber dizer não

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Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.

Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.

2 - Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos

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Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.

“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.


3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito

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De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.

Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.


4 – Acessar o e-mail periodicamente

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Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.

Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.

“A tecnologia tem quer um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.


5 – Evitar ser “multitarefa”

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Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.

“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.

6 – Adotar intervalos

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Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.

Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.

7 – Cuidar da saúde

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“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.

Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.

* Fonte: http://www.exame.com.br

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

PIADAS

Joãozinho...

O Joãozinho vai até a farmácia e pede ao farmacêutico um supositório. O farmacêutico embrulha e entrega para o Joãozinho que vai saindo da farmácia sem pagar a conta. Então o farmacêutico grita: - É para por na conta da sua mãe ? E o Joãozinho responde prontamente: - Não, é para por no c*ú do pai mesmo.


Quer mais? acessem a aba de piadas...

DICAS SÉRIAS

6 dicas para trabalhar de casa

Os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa

Rafael Ferrer, de Info

São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.

Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.





Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.

Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.

Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.

Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. "As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego", diz Irene.

As seis dicas são:

1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.

2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.

3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.

4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente as internas das empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.

5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham os mesmos conhecimentos. “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.

6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene.

*Fonte: http://www.exame.com.br

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

DICAS SÉRIAS

O erro de quem faliu é não querer ver

Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa

Sidney Santos, da EXAME PME

Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?

No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.


Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.

Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.

Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.

Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.

Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.

Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.

Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.

Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.

Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.

*Fonte: http://www.exame.com.br

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PIADAS

Mineiro brincando de antônimo.....



- Ô, Zé! Vâmu brincá di antônimo?
- O que c'ocê falô???
- Brincá di antônimo, sô! Qué dizê, uma coisa contráia da ôtra!
Purixemplu: arto e baxo, forte e fraco...
- Ah, intindi! Intão, vâmu brincá!
- O que vai valê?
- Uma cerveja... Eu cumeço, tá?
Começaram a brincadeira:
- Gordo?
- Magro!
- Hômi?
- Muié!
- Preto?
- Branco!
- Verde?
- Verde? Nada disso! Verde é cor, num tem antônimo, não!
- Craro que tem!
- Intão ixprica, sô!
- Maduro!
- Ai! Pirdi a aposta! Vâmu di novo, valendu ôtra cerveja?
Mas dessa veiz ieu cuméçu!
- Pódi cumeçá!
- Saúde?
- Duença!
- Moiádo?
- Seco!
- Agora ocê vai sidana', sô fidumaégua! Qué vê só?
- Fumo?
- Não, não! Peraí, peraí... fumo num tem antônimo!!!
- Craro qui tem, uai!
- Intão, diz aí, qualé o antônimo de fumo?
- Vortemo !!

* Enviado por Larissa Ladeira

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

DICAS SÉRIAS

8 jeitos de implodir suas chances na entrevista de emprego

Especialistas mostram quais os principais erros dos candidatos nos processos de seleção

Talita Abrantes, de Exame

São Paulo – Apesar do suspense dos mercados globais, o Brasil deve seguir em 2012 com uma defasagem severa de profissionais com qualificação suficiente. Mesmo assim, há quem (apesar de um currículo interessante) não consiga encantar nenhum headhunter.

As razões podem estar na maneira como a pessoa se porta na entrevista de emprego. De acordo com especialistas, mesmo entre profissionais mais experientes e que pleiteiam cargos mais executivos, os erros são comuns. Confira quais são:

1. Bancar ser a última bolacha do pacote
O Brasil vive um momento de ouro para os profissionais com qualificação de tirar o fôlego. Ter um currículo anos luz acima da média, contudo, não pode ser justificativa para dar pano para a presunção na hora da entrevista de emprego.

“É uma questão de oferta e procura. Quando você sabe que a demanda está alta, você tende a se valorizar mais. O cuidado é que tem aumentado a soberba por parte dos candidatos”, afirma Luiz Visconte, sócio da Vicky Block Associados.

Cada vez mais, as empresas valorizam determinados perfis profissionais que em nada combinam com falta de humildade. “Quando você se coloca como a última bolacha do pacote, é o mesmo que dizer para o outro que ele não é tão bom quanto você”, diz o especialista. “O candidato precisa baixar a guarda e mostrar que está lá, realmente, por vontade de estar”.

2. Fugir dos fatos
Agora, qual é o limite entre ser presunçoso e encantar o recrutador com suas qualificações ou conquistas? Com dados e fatos. Ponto final. O problema, segundo Visconte, é que muitos candidatos se perdem em uma porção de adjetivos abstratos sobre eles mesmos. E isso só contribui para que o fique uma imagem presunçosa.

“Quando você tem realizações que são compatíveis com o seu discurso não ficará a impressão de que você está tentando mostrar que é melhor do que a pessoa do outro lado”, diz o sócio da Vicky Block Associados. Ao contrário. Os fatos irão “vender o peixe” sozinhos - sem que você tenha que se desdobrar para impressionar.

Por isso, a dica é “descrever suas conquistas e como elas se aplicam para o cargo em questão de uma maneira clara e concisa”, afirma Frédéric Ronflard, diretor da Robert Walters Brazil.

3. Ser ignorante nos assuntos da empresa
Aparecer na entrevista sem ter a mínima noção sobre os negócios da companhia já é um deslize sério para candidatos a oportunidades juniores. Para quem pleiteia um cargo mais elevado na hierarquia, essa postura vira falta gravíssima.

“A entrevista é um processo de mão dupla. Da mesma forma que a empresa avalia o candidato, ele deve checar se a proposta faz ou não sentido para ele”, diz Visconte. E, para isso, é preciso preparo prévio.

Ao demostrar algum conhecimento sobre assuntos relacionados a empresa, o candidato denuncia que, realmente, se interessou pela oportunidade. Fato que garante alguns pontos na avaliação final.

4. Trocar de papeis
Agora, de acordo com Ronflard, essa postura não deve ser pretexto para bancar o entrevistador. Lembre-se: esse não é o momento para colocar o recrutador na parede – como se o cargo, e não você, fosse o candidato em questão.

“O profissional deve conduzir a si mesmo como se estivesse determinado a conseguir o emprego em questão”, diz o especialista. “Nunca feche a porta de uma oportunidade”.

Sinal vermelho para os ansiosos de plantão que, de cara, querem saber tudo sobre o pacote de salários. “Você envia um sinal ruim sobre sua verdadeira motivação”, explica. “Além disso, você terá outros momentos (e a pessoa certa) para discutir esse assunto quando o interesse mútuo crescer”.

5. Acabar com a reputação da ex-companhia (ou atual)
Falar mal do emprego ou chefes anteriores além de antiético pode render pontos negativos para a avaliação final do headhunter. “Há entrevistados que, para não assumir seus atos, acabam recriminando outros”, diz Visconte. Além de imaturidade, isso pode apontar o quanto não confiável é o candidato em questão.

“Isso também pode gerar uma leitura ruim sobre sua real motivação para mudar de emprego”, diz Ronflard. Em outras palavras, talvez você só queira fugir da atual empresa.

6. Fugir de perguntas nebulosas
Diante de questões que apontem para um erro ou um tropeção anterior na carreira, o jeito é encarar com o máximo de honestidade possível – sem colocar em xeque a reputação de terceiros.

“Quanto mais de frente com o problema, melhor. Menos dúvidas sobram para o recrutador“, diz Visconte. “Se ele conseguir mostrar que essa experiência o ajudou a fechar um ciclo profissional, melhor”.

7. Não ser formal o suficiente
Mais e mais, as empresas estão apostando em entrevistas de emprego mais confortáveis para os candidatos. O problema é que muitos candidatos não percebem que há limites e agem como se estivessem em um happy hour com amigos.

“Não há nenhum problema em ser simpático e caloroso durante a entrevista, desde que isso não ultrapasse os limites do profissionalismo”, diz Rodland. “Você pode parecer próximo ao recrutador, sem ser intrusivo, por exemplo”.

A dica do especialista para isso é simples: “seja sempre um pouco mais formal do que o recrutador”.

8. Deixar o celular ligado (e atender)
Pode parecer básico, mas acredite: muitos candidatos a cargos executivos não conseguem desgrudar do celular nem mesmo durante uma entrevista de emprego. E, sim, há quem atenda uma ligação nessas condições.

Some-se a isso chegar atrasado e, pronto, terá um prato cheio para acabar com todas as chances de conseguir o cargo.


Fonte: http://exame.abril.com.br

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

PIADAS

CAIPIRA

O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...

DICAS SÉRIAS

As frases que você nunca deve falar para o chefe

Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.
Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.

1 Isso não faz parte do meu trabalho
“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.
Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.
2 A culpa não é minha
Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.
3 Se você não fizer isso, eu me demito!
Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.
4 Isso é impossível de fazer!
Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.
5 Eu faltei porque meu cachorro está doente
Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.

Fonte: http://www.exame.com.br

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Economia

O que é uma bolha?
Texto publicado orignalmente em O pequeno investidor O que é uma bolha?

De uns tempos para cá, tenho visto, em outros fóruns de discussão, muitas pessoas questionando minha “previsão” de que o país passa por uma bolha imobiliária. Muitas pessoas alegam que não existe a bolha porque não vislumbram um cenário em que os preços caiam agudamente, como aconteceu nos Estados Unidos. Outras pessoas dizem que não há bolha imobiliária no país porque nosso sistema bancário é melhor regulamentado do que o americano e que, por isso, não acontecerá aqui o que aconteceu por lá. Acredito que ambos os argumentos são falhos – e a falha deles é a falta de conhecimento a respeito do que é uma bolha.

Definição simples, rápida e direta: uma bolha é a situação em que ocorre um descolamento dos preços de um ativo (imóvel, ações, fundos imobiliários, tulipas) com relação aos seus fundamentos.
Ou seja, na definição de bolha não está embutida nenhuma “queda abrupta” ou “crise de crédito idêntica à que ocorreu nos EUA”. Repetindo a definição, bolhas são o simples descolamento dos preços de um ativo com relação a seus fundamentos.
A principal maneira de fazer isso é avaliar o retorno do ativo para seu proprietário. O valor de um título do tesouro direto é calculado pelos juros que ele paga; o de uma ação, pelo seu retorno (em termos de lucro por ação ou de dividendos); e os imóveis, pelo seu aluguel. Não é possível avaliar se um ativo está caro ou barato, ou descolado de seus fundamentos ou não, apenas pela tendência de preços. Se o preço de uma ação sobe em harmonia com o crescimento do seu lucro, está tudo certo. Mas, às vezes, o preço da ação sobe de maneira descolada do crescimento dos seus lucros, pelo simples fato de que os investidores aceitam pagar mais por ela do que seu valor intrínseco. Se isso ocorre, uma bolha está criada.
E, acredito que temos visto isso com os imóveis no Brasil. De uns tempos pra cá, consolidou-se um paradigma composto pelas seguintes premissas: (i) o preço dos imóveis jamais caiu; (ii) imóvel sempre foi um excelente investimento; (iii) as altas taxas de crescimento (de ordem de 20-25% ao ano) se manterão até, pelo menos, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas (no caso do Rio de Janeiro); e (iv) a demanda é sustentável porque o Brasil vive um grande déficit habitacional. Mesmo que essas premissas fossem verdadeiras, elas não afastam o seguinte problema: se verificarmos a rentabilidade do imóvel em relação ao tipo de rendimento que dele se espera (os aluguéis), perceberemos que em várias cidades do país a rentabilidade esperada dos imóveis em termos de aluguel é muito inferior à taxa de outros investimentos. Em muitos casos, o proprietário recebe, em aluguel, menos de 3% do valor do imóvel por ano. Isso é metade da poupança, e é inferior à rentabilidade, em dividendos, de empresas como a Ambev.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PIADA

A noite o menino ouve alguns barulhos muito estranhos vindo do quarto de sua irmã e resolve levantar e ver o que esta se passando, ele olha pela porta e ve sua irmã se esfregando na cama e dizendo:
- Eu quero um homem.........
No outro dia a mesma coisa e o irmão foi olhar novamente.
No dia seguinte há um barulho mais forte e diferente dos outros que já tinha ouvido, e mais uma vez ele foi olhar, só que agora sua irmã estava com um homem na cama, então ele pensou um pouco e foi para o seu quarto deitou na cama e começou a se esfregar e dizer:
- Eu quero uma bicicleta..................

Boa postura melhora "sensação de poder"
Costas retas e braços abertos trazem mais autoestima e, consequentemente, mais confiança
Boa postura dá sensação de ser poderoso - ou poderosa
Novo estudo mostra que a maneira como nos sentamos e ficamos de pé pode afetar a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos.
Pesquisadores da Kellogg School of Management at Northwestern University em Illinois constataram que universitários que assumiram uma postura mais “expansiva” – com os braços estendidos e uma perna casualmente cruzada sobre o joelho – tiveram melhor pontuação em variáveis que mediram a sensação de poder, o pensamento abstrato e a vontade de entrar em ação do que seus colegas que assumiram uma postura mais “constrita”, com as mãos posicionadas embaixo das coxas, ombros caídos e pés bem juntos.
Em três experimentos diferentes, a equipe de pesquisa demonstrou que a postura física mais expansiva – especificamente, em posições que “abrem” o corpo, ocupando o espaço – pode provocar maior sensação de poder em um indivíduo, fazendo com que ele se sinta em uma posição hierárquica superior – como se fosse o patrão, por exemplo.
“Pesquisas anteriores demonstraram basicamente que existem diversas formas de fazer aumentar nossa sensação de poder”, disse Li Huang, que está se preparando para um doutorado na universidade e um dos autores do estudo.
“Basicamente, constatamos que a postura, e não o papel desempenhado por um indivíduo, é o fator que determina se o mesmo está pronto ou não para entrar em ação”, disse Huang.
Segundo dados do estudo, publicado na edição de janeiro da revista especializada Psychological Science, a vontade de agir e a habilidade de pensar de forma abstrata são critérios estabelecidos em pesquisas para calcular o poder.
O estudo
Entre 57 e 77 homens e mulheres participaram de cada um dos experimentos. Huang diz que, no geral, os resultados foram bastante semelhantes para os dois sexos.
Os participantes do estudo tiveram de assumir, aleatoriamente, a função de empregador ou empregado antes de participar de diversas atividades. Eles foram informados que deveriam dar ou seguir instruções nas posições de patrão ou empregado, respectivamente, ao mesmo tempo em que tentariam solucionar um problema. O impacto da função versus postura foi então calculado em uma série de outras atividades.
Em um dos experimentos, os participantes foram colocados em posturas expansivas e constritas, em seguida tiveram de completar fragmentos de sete palavras com a primeira palavra que tivessem em mente. Eles foram pontuados somente pelas palavras relacionadas ao poder. Aqueles que foram colocados em posturas expansivas antes do teste obtiveram pontuação mais alta.
Em outro experimento, os participantes tiveram de decidir entre tirar ou não uma carta em uma partida de blackjack e tiveram de identificar objetos parcialmente escondidos em gravuras fragmentadas. O ato de tirar uma carta foi pontuado como a vontade de agir. A identificação de objetos escondidos foi uma medida do pensamento abstrato. Nos dois casos, aqueles que assumiram uma postura expansiva obtiveram melhor pontuação.
Em um terceiro experimento, os participantes tiveram de se lembrar de uma ocasião na qual estavam em situação de controle ou de um incidente no qual estavam submetidos ao controle de alguém. Em seguida, eles tiveram de decidir se entrariam ou não em ação em três cenários diferentes - dentre eles, deixar o local de uma queda de avião em busca de ajuda ou juntar-se a um movimento para libertar alguém de uma encarceramento injusto. Embora as lembranças de situações de poder ou subordinação não tenham tido efeito significativo nas escolhas dos participantes, os pesquisadores constataram que aqueles que assumiram uma postura mais expansiva mais uma vez foram mais propensos a entrar em ação.
O estudo mostra que, tanto no caso de seres humanos como de animais, a expansividade corporal parece ser evolucionariamente inerente ao poder, tendo assim um forte efeito no comportamento.
“Nossa tendência é pensar que o poder está baseado no papel de um indivíduo na sociedade ou em uma organização. O mais fascinante nestes resultados sobre a relação postura e poder em comparação à posição de poder de um indivíduo é que a postura tem um impacto muito maior sobre o poder psicológico”, disse Amy J.C. Cuddy, professora assistente da Harvard Business School.
“Essa constatação e bem impactante”, complementou a professora, que também ministra um curso sobre poder psicológico, persuasão e influência na Harvard e também já realizou uma pesquisa sobre os efeitos da postura.
Sua pesquisa, citada no estudo, demonstrou que as posturas de poder alteram funções do sistema endócrino. Ela diz que os níveis de testosterona subiram tanto nos homens quanto nas mulheres, enquanto que o nível de cortisol (o hormônio do estresse) caiu depois que os participantes foram colocados em posturas “expansivas”.
“Não estamos tentando criar machos alfa ou Gordon Gekkos”, disse Cuddy, referindo-se ao agressivo protagonista de filme Wall Street. “Ir a uma entrevista e tentar dominar a situação, ou deferir o tempo todo, não é uma atitude recomendável. Em situações como essa, o esperado é que o candidato mostre autoconfiança e entusiasmo”, ela explicou.
Com os dados do novo estudo em mãos, pode ser que gerentes frustrados com o cargo assumido ou pessoas em busca de emprego queiram melhorar a postura antes de se candidatar a um novo emprego nestes tempos de vacas magras.
Cuddy diz: “A postura é uma solução simples e elegante de aumentar a sensação de poder”.
Por Ellin Holohan

domingo, 4 de dezembro de 2011

FUTEBOL

Parabéns Corinthians pelo titulo...
Parabéns Vasco pelo VICE... "traveis"
Parabéns São Paulo incompetência de mais 1 anos fora da libertadores...
Parabéns Galo pela entregada... "cara esse jogo me decepcionou..."
O Cruzeiro merecia a derrota...

conclusão:

O juvenal vê se faz amizade com o Teixeira... quem sabe assim nois tambem ganha...

Agora falando sério...

O futebol brasileiro sem duvida nenhuma é o melhor do mundo.
O campeonato mais disputado e os melhores jogadores.
Agora senhores dirigentes vamos valorizar nosso futebol, parar de olhar só para seus interesses particulares e pensar um pouco mais nesses milhares de torcedores que as vezes fazem grandes loucuras para torcer e acompanhar seus times.
Senhores jogadores, vamos jogar mais e reclamar menos. Se ganhando o que ganham reclamam para apenas jogar futebol, queria ver tendo que trabalhar 48 horas semanais para ganhar a miséria de R$ 545,00 por mês.
Agora que venha o 2012 e muito mais futebol de qualidade pra gente.
Ah! Vamos ver se em 2012 conseguimos o ouro olímpico.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PIADA

Acordei com a mãe de todas as ressacas, me virei e ao lado da cama, havia um copo de água e duas aspirinas.
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.
O quarto estava em perfeita ordem.
Havia um bilhete de minha mulher:
"Querido, deixei seu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos."
Desci e encontrei um lauto café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, mijou no guarda-roupa e machucou o olho ao bater na porta do quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você disse:

"NÃO FAÇA ISSO, MOÇA, EU SOU CASADO!!!"

Conclusões:
- Uma ressaca - 170,00 reais (+ ou -)
- Móveis destruídos - 1.200,00 reais
- Café da manhã - 10,00 reais
- Dizer a frase certa no momento certo - NÃO TEM PREÇO!!!

*Enviado por: ERICK BORGES

Romantismo na 3 ª idade

UM CASAL DE Velhinhos ESTÁ NA CAMA deitado. A Esposa NÃO ESTÁ SATISFEITA COM A DISTÂNCIA QUE HÁ entre eles .

Lembra ELA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava SEGURAR A MINHA MÃO NA CAMA.

ELE HESITA E, DEPOIS DE UM BREVE MOMENTO , ESTICA O BRACO E SEGURA AMÃO DELA .

ELA NÃO SE DÁ POR SATISFEITA:
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ costumava ficar BEM pertinho DE MIM .

MAIS UMA hesitação prolongada , FINALMENTE RESMUNGANDO UM POUCO , ELE VIRA O CORPO COM Dificuldade E SE ACONCHEGA Perto DELA DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL.

ELA AINDA INSATISFEITA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava Morder MINHA orelha ...

ELE DÁ UM LONGO Suspiro , JOGA A Coberta DE LADO E SAI DA CAMA .

ELA SE sente OFENDIDA E Grita :
- VOCÊ VAI AONDE ?

- BUSCAR A dentadura , VEIA CHATA!!!

PENSAMENTO DO DIA

“Não posso mudar o que fui, mas posso construir o que serei." Augusto Cury

DICAS SÉRIAS

5 maneiras de elevar seu QI

Pesquisas comprovam que a inteligência pode aumentar ou diminuir dependendo do estilo de vida. Veja cinco maneiras de elevar seu QI

Maurício Grego, de Exame

São Paulo — Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.
Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.

A genética ajuda, mas gênios como Einstein também devem sua inteligência ao constante exercício da mente

Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.
Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.
1 Avance o máximo possível nos estudos
Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.
2 Escolha uma atividade profissional desafiadora
Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.
3 Explore novos assuntos
As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.
4 Estude e pratique música
A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.
5 Prefira o lazer inteligente
Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.

Fonte: http://www.exame.com.br

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NOVIDADES CULINÁRIAS

Atenção visitantes,
A partir de agora, as receitas do blog Los Caras serão postadas pela Cantina da Alê.
Não deixem de conferir, receitas deliciosas para variar o seu cardápio, e quem sabe até preparar
um jantar romântico para o seu amor ♥
Postagens semanais.


DICAS SÉRIAS

5 deslizes de comunicação na hora da entrevista

Saiba quais são os engasgos de linguagem mais clássicos durante o processo de seleção e aprenda a evitá-los

Talita Abrantes, de Exame

São Paulo – Para quase todos os profissionais, a entrevista de emprego se apresenta como um momento decisivo para a carreira. É a hora em que seu futuro, no curto prazo, está em jogo. E, independente do ramo de atuação, as habilidades de comunicação sempre irão falar mais alto nesse momento.
Apesar do peso nesse quesito, vícios de linguagem e erros de comunicação são comuns nas entrevistas de emprego – e, muitas vezes, potencializados pela própria tensão do cenário do processo de seleção para a oportunidade profissional.


A melhor maneira de driblá-los? Preparando-se antes da entrevista. Vale treinar em frente ao espelho, pesquisar a fundo informações sobre a empresa bem como, simplesmente, usar algumas técnicas para diminuir a ansiedade.
1. Usar as pausas como muletas
Em momentos de extrema tensão, é fato que as palavras custam a tomar corpo nos lábios. Mas é preciso cuidado para não deixar que termos monossilábicos como “ãnh” e “hum” tomem espaço. “No plano da psicopedagogia, dizemos que é um neurônio ‘falando em voz alta’”, diz o professor Silvio Luzardo, do Senac Santa Catarina.
Na prática, esse hábito pode ser visto com maus olhos pelo recrutador. “Essa ausência de vocabulário pode ser considerado como ausência de um recurso de argumentação”, afirma o especialista.
Para evitar esses tropeços no meio do discurso, pense e respire fundo antes de começar a resposta. Isso é essencial para que você organize as ideias e ative o cérebro.
2. Falar muito rápido ou num ritmo não natural
Há quem, em situações de ansiedade como uma entrevista de emprego, engate a quinta marcha e fale em um ritmo quase na velocidade da luz. Se você integra esse grupo (guardando os devidos exageros da sentença anterior), cuidado.
O recrutador pode não entender uma palavra do que você está dizendo, além de perceber facilmente em qual nível de ansiedade você está. Dica: faça leves pausas entre uma sentença e outra. Só cuidado para não cair no erro anterior.
3. Não mostrar convicção
Por questões sociais, históricas e culturais, os brasileiros têm o hábito de começar frases com o verbo “acho”. A “tradição”, contudo, não invalida a aparência de hesitação e falta de convicção que o verbo traz.
“O candidato precisa ter certeza do que diz”, diz Luzardo. “Prefira usar expressões como ‘no meu entendimento’ ou ‘a minha experiência me diz’, considerando o contexto. Isso torna o discurso mais elegante”.
4. Ser informal ou formal ao extremo
O headhunter, provalvemente, fará de tudo para que você se sinta confortável durante a entrevista. Mas isso não pode ser encarado como um código para você se sentir em pleno happy hour com um velho amigo de trabalho. Uso de gírias, palavras de baixo calão ou outros itens que denotem extrema informalidade devem ser evitados.
Agora, a entrevista também não exige pompa e tratamento digno apenas de juízes. Bancar alguém que diferente de quem você realmente é também conta pontos negativos no saldo final.
5. Assassinar o português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns escorregões no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todo candidato precisa ter atenção redobrada na hora de conjugar verbos ou, simplesmente, pronunciar algumas palavras.

*Fonte: http://www.exame.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PENSAMENTO DO DIA

“Há apenas duas maneiras de obter sucesso neste mundo: pelas próprias habilidades ou pela incompetência alheia.” (Jean de La Bruyère)

DICAS SÉRIAS

Você precisa de Coaching?

Por Yoshio Kawakami

Coaching já foi sinônimo de “última chance” em algumas empresas. Quando a chefia já não conseguia mais trabalhar com um determinado funcionário, depois de algumas tentativas de recuperação indicava-se o coaching.

Claro, em parte, a atividade visava apenas complementar um processo de comprovação do problema, que mais tarde serviria para justificar a demissão do funcionário. Ou seja, coaching era quase parte do processo de outplacement do profissional já praticamente indesejável para a organização.

Felizmente este tipo de utilização do coaching já deixou de existir ou, se existe, é a minoria nos dias de hoje.

Provavelmente a origem desta situação remonta algumas décadas atrás, quando num período de crises e buscas de redução de custos, as empresas reduziram a função de Recursos Humanos às atividades operacionais da área. Passou-se a dizer que o desenvolvimento e a gestão do pessoal era responsabilidade da própria chefia.

Obviamente com o passar dos anos, as consequências da adoção desta abordagem nas empresas apresentou a sua conta. Chefes sem preparo adequado para gestão de pessoas e para cuidar do desenvolvimento dos mesmos, passaram a escolher e contratar subordinados através de um critério pouco desafiador. O principal fator de seleção para muitos passou a ser o “low maintenance”, ou seja o candidato mais fácil de se lidar, menos contestador e mais cordato com o chefe.

Mas se não é a esta a razão que deve levar os profissionais ao processo, então quem precisa de coaching? Porque, você, um profissional em evolução, um executivo já comprovado pelos resultados alcançados precisaria de coaching?

Apesar da mudança da situação econômica do país da da performance financeira das empresas, pouco se viu em termos de recuperação da função essencial de desenvolvimento de Recursos Humanos durante muito tempo, dificultando a gestão das chefias.

O que se fez neste emprego distorcido do coaching no passado foi sem dúvida uma subutilização de uma ferramenta de alto valor para as organizações.


A minha experiência no uso do coaching já acumula alguns anos de bons resultados.

A mudança na maneira de ver o ferramenta fez com que o seu uso passasse de uma “operação de salvamento” para uma abordagem de preparação de novas lideranças. O candidato, principalmente interno, ao seu escolhido para uma promoção ou para uma mudança de função significativa, é indicado para o processo de coaching como parte da sua preparação para o novo cargo.

A promoção ou a mudança de posição traz um substancial aumento de responsabilidade e de expectativas que nem sempre são devidamente percebidas e atendidas pelo profissional indicado. Com o processo de coaching, o despertar do novo líder é estimulado, através de uma preparação mais profunda do que a sua própria chefia é capaz de fazer, lidando com as questões profissionais e pessoais.

Os exercícios praticados no processo servem para habilitar o novo líder e treinar as práticas de gestão rapidamente, para não expô-lo aos riscos iniciais da nova função.

Pela experiência, este tipo de coaching não deve ter características de um processo terapêutico, mas deve focalizar nas necessidades do novo líder no exercício da nova função. Principalmente o inventário das percepções sobre a sua performance, características positivas e negativas, habilidades e debilidades, relacionamento com pessoas dentro e fora da organização, imagem pessoal na organização, etc, são os elementos que servem de base para a preparação do profissional.

As experiências realizadas com abordagem terapêutica, cujo ponto de partida é a percepção do próprio profissional, tem demonstrado uma eficiência muito menor em função do foco que é estabelecido pelo candidato. Se a sua maturidade ainda não é adequada, o processo é desviado para o reforço das suas próprias percepções e não para a sua instrumentação adequada.

O coaching é hoje visto pelos funcionários como um processo de desenvolvimento importante para a formação da liderança, e é buscada pelos profissionais jovens que levam a sério a sua carreira.

A conclusão é de que todos nós necessitamos de coaching como uma ferramenta eficaz de apoio para encarar mudanças significativas no exercício das nossas funções na organização. De tempos em tempos, uma “tapa na cara” nos faz bem e o processo de coaching é uma ferramenta fabulosa.

Foi assim que busquei o coaching, mesmo sendo presidente da empresa e tendo bons resultados nos negócios. É um processo de feedback muito interessante em que descobrí que tinha mais coisas a serem melhoradas do que imaginava.

Uma das grandes vantagens do uso do coaching esta no fato de ser um processo imparcial e sem influências de julgamentos que poderiam ocorrer num processo interno, com a própria chefia.

Outro aspecto importante é que o processo é conduzido por profissionais capacitados e especializados para esta atividade, diferente do mentorship ou mentoring que praticamos dentro da organização ou fora, com base na experiência profissional.

Fonte: http://yoskaw.blogspot.com

PIADA

O gago aborda um transeunte: O se-senhor sa-sa-sabe, onde fica a esco-cola de ga-ga-gagos? - Mas para quê? O senhor já gagueja tão bem!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

DICAS SÉRIAS

Quanto vale saber Inglês?

Por Yoshio Kawakami

Você fala inglês fluentemente? Ou melhor, você não fala inglês fluentemente, ainda? É uma pergunta que tenho feito aos jovens estudantes em palestras e bate-papos. A pergunta parece ser incômoda para muita gente. Para muito mais gente do que seria desejável, pelo que percebo. E quando comento que aqueles que não dominam o inglês não teriam chance de emprego nas principais empresas multinacionais, alguns jovens parecem surpresos e inconformados.
Na verdade, não é só o inglês. Hoje saber espanhol é igualmente importante se a empresa atua na América Latina (e não são poucas empresas, certo?).
O que tenho comentado é que pela natureza do negócio que administro, não é mais viável a contratação de jovens para aprenderem o inglês. Este processo, segundo os especialistas, levaria no mínimo de 700 horas a 1.000 horas de estudo. Considerando-se que os dias úteis num ano são 220 dias, com toda dedicação de 2 horas em média por dia, o que é uma rotina bastante pesada, certamente seriam necessários pelo menos 2 anos.
Ainda assim, para muitos, seria bastante desconfortável manter um diálogo profissional num novo idioma. Creio que seriam necessários outras atividades, como algum tempo num país onde o inglês seja o primeiro idioma, leituras e coisas mais.
Ou seja, é um investimento sério de tempo dedicado, além do próprio custo.



Não há dúvidas de que há hoje muito mais jovens capacitados em inglês do que no passado. Tudo se tornou mais acessível para os jovens com situação econômica mais favorecida. Mas acredito que estes jovens também são mais favorecidos culturalmente por viverem num meio que valoriza, incentiva e suporta financeiramente estas atividades.
Jovens com estas condições não necessitam seguir lendo este texto, a menos que queiram compreender a situação de forma mais ampla.
Mas visitando diversas universidades e conversando com os jovens, percebe-se que ainda não é realidade uma difusão da importância do idioma além da sua língua nativa. Explico nas palestras que o conhecimento adquirido no curso superior é um commodity, é um conhecimento básico que não diferencia o profissional recém-formado.
No entanto a falta de habilidade com o inglês, por exemplo, é uma diferenciação negativa muito forte. Pois para as empresas multinacionais, a solução não é mais treinar os jovens em idiomas, mas sim buscar aqueles que já possuem esta qualificação.
Lembro-me de um processo de seleção de um Trainee, que teria um programa internacional de desenvolvimento durante cerca de 2 anos. Foi solicitado que uma empresa de recrutamento selecionasse jovens recém-formados em todo país, verificando que tivessem um bom domínio do inglês.
De quase 2.000 candidatos, recebemos um grupo de finalistas de 24 jovens, já instruídos para prepararem um case hipotético para o negócio da empresa. Ao apresentarem-se todos para as Dinâmicas de Grupo e entrevistas, surpreendemos o grupo, pedindo-lhes que apresentassem o trabalho em inglês (todos haviam elaborado o trabalho em Português).
Do total de 24 jovens selecionados, apenas cerca 20% deles estariam verdadeiramente aptos com o inglês. As habilidades testadas foram a desenvoltura para falar em público, a habilidade de falar em inglês e a capacidade de comunicação de forma coerente e lógica.
Deste grupo, foram selecionados apenas 2 jovens e não teríamos preenchido as vagas com convicção se necessitássemos de 5 jovens.
O comentário tem como objetivo auxiliar os jovens a tomarem consciência de que vale a pena saber inglês de verdade. Não apenas para ser um dos poucos privilegiados como no passado, mas para ser parte de um mercado de trabalho globalizado.
Também o fato de poder ler, ouvir e compreender os fatos do mundo pode ser muito importante para o desenvolvimento da sua carreira.
A limitação de apenas saber o português é enorme, pois se considerarmos que grande parte das informações disponibilizadas no mundo em inglês nunca é traduzida para o português, pode-se ter idéia da perda.
Não é possível obter informações necessárias da América Latina para os negócios sem saber espanhol e não é possível obter informações dos EUA sem o inglês. Claro que o mesmo vale para cada país com idioma diferente.
Saber inglês ainda é a forma mais econômica de obter este tipo de informação no nosso planeta. Acumule o conhecimento obtido por uma pessoa ao longo de uns 10 ou 20 anos, considerando os benefícios para a formação de uma visão globalizada e a capacidade de compreender diferentes culturas e povos. Fará uma diferença enorme, impossível de ser recuperada.
Pense na abertura de uma nova porta para um mundo que não tem mais tempo para traduções e que gera um volume enorme de conhecimento e de informação que podem ser muito úteis para a sua profissão e para a sua carreira.
Mas sendo mais prático, quanto você imagina que seria a diferença de salário numa empresa multinacional, entre a posição mais elevada sem a necessidade de inglês e a primeira posição em que saber inglês fluentemente (de verdade) é requerida? Pelo menos de 3 a 5 vezes mais!
Você ainda acha que não vale a pena investir?
Grato,
Fonte: http://yoskaw.blogspot.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

DICAS SERIAS

5 pontos para considerar antes de retornar ao antigo emprego

Remuneração, oportunidade de crescimento e relacionamento com o chefe são alguns aspectos citados por especialistas

Camila Lam, de Exame

São Paulo – Você saiu da empresa e se arrependeu. Ou recebeu um convite inesperado da empresa que trabalhava para voltar. Em ambos casos, o primeiro questionamento que deve ser feito por você, segundo especialistas, é: por que resolvi sair da empresa?

“Às vezes ele não se dava bem com a gestão ou com a cultura organizacional e voltar para aquela empresa significa conviver com tudo aquilo de novo”, explica David Braga, gerente da Dasein Executive Search.


Sônia Helena Garcia, diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, alerta que para evitar que a decisão de voltar para a empresa seja tomada por comodismo, uma pesquisa no mercado deve ser feita.
“É preciso avaliar o que o mercado está buscando porque senão é muito fácil voltar para a zona de conforto e se cristalizar dentro da empresa”, diz.
Confira cinco questionamentos que você deve fazer antes de aceitar voltar para o antigo emprego:
1 Por que você quer voltar?
“É preciso resgatar razão que motivou a saída e porque ele escolheu ir para outro lugar. Analisar o que vale a pena ou não”, explica Márcia Almström, diretora de recursos humanos da Manpower Brasil.
“O profissional precisa saber o que ele quer hoje e onde ele pretende chegar daqui a cinco anos”, afirma Braga.
2 A empresa mudou?
Aquele gestor com quem você não se dava bem saiu?Se você sentia falta de autonomia, converse com os ex-colegas de trabalho e descubra se os aspectos que o desagradavam mudaram ou não.
3 O que te atrai na empresa?
São as pessoas ou são as oportunidades? Ou o salário? “É preciso avaliar as novas possibilidades de desenvolvimento na empresa: nível de hierarquia maior, novas responsabilidades, novos desafios ou um trabalho fora do país”, explica Sônia.
4 Qual o cargo que você irá ocupar?
Avalie se o cargo é adequado para o seu perfil e quais são as perspectivas de crescimento na empresa.
5 Qual o valor da remuneração?
Especialistas afirmam que o valor deve ser maior que o salário anterior.
Fonte: http://www.exame.com.br

PENSAMENTO DO DIA

domingo, 27 de novembro de 2011

PIADA

O cara está preso na delegacia. O advogado comparece para libertá-lo e pergunta o que havia acontecido. O cliente preso, começa a explicar:
- Bem, eu estava passando na rua e de repente vi um monte de gente correndo.
Estavam socorrendo uma prostituta que acabava de dar a luz a um lindo menino.
Então um PM se aproximou de mim e perguntou:
- O que é isso?
E eu respondi:
- É a puta que pariu!

PENSAMENTO DO DIA

É fácil amar a humanidade, difícil é amar o próximo.

sábado, 26 de novembro de 2011

PIADA

Aconteceu na rádio TUPI FM 104,1 em São Paulo :


Locutor:- Quem fala?
Ouvinte:- É o Vicente.

Locutor:- De onde, Vicente?
Ouvinte:- Da Lapa!

Locutor:- Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit
com camiseta e CD do Edson e Hudson. Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se pode comer uma delas?
Prestou bem atenção? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer. Dez segundos para responder.

Ouvinte:- CUBA!!!

Locutor:(mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo)

- Tá certo, senhor Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade. Mas aqui na minha ficha a resposta certa era JAPÃO.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SEJA UM IDIOTA


A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Arnaldo Jabor

PENSAMENTO DO DIA

Três palavras podem resumir tudo que aprendi da vida: a vida continua. (Robert Frost)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

RESULTADO DA VOTAÇÃO

PENSAMENTO DO DIA

"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre? Perdoe." (Tertuliano)

DICA EMPREGO

Você quer se destacar profissionalmente?

Porque queremos ser destaques nas organizações? Destacar-se profissionalmente é ter a preferência e a prioridade da organização no seu desenvolvimento profissional. É ser considerado para as oportunidades, é ter prioridade nos treinamentos, é receber mais atenção e claro, desenvolver-se mais rapidamente na carreira.



O que faz com que alguém se destaque diante dos demais profissionais? São os seus diferenciais, características positivas que destacam o profissional no ambiente de trabalho e nas relações de negócios.
São habilidades e comportamentos que aprendemos com a experiência e com a prática, cometendo erros e corrigindo-os.
Os mais experientes levam alguma vantagem, em geral. Mas como se pode adquirir mais rapidamente as características apreciadas como indicadores de competência, capacidade e potencial profissional? O que deve um jovem profissional fazer para se percebido pelos gestores como uma "jóia a ser lapidada"?
Longe de ser completo e de ser adequado a todas culturas, algumas podem ser listadas:
01) Ter um sentido acurado de TPO, que em inglês significa Time/Place/Occasion. O ajuste do comportamento ao momento, ao lugar e à ocasião depende da percepção individual. Sem dúvida, é uma habilidade mais social do que profissional, portanto mais difícil de ser adquirida. Mas um deslize pode gerar uma percepção pessoal negativa quanto à sua capacidade de lidar com as circunstâncias sociais e profissionais. Ser percebido como rude, rústico, esnobe, mal-educado, impertinente nunca ajudam. Mas dificilmente alguém te oferece um feedback claro. Quem se preocupa, pergunta depois e pede feedback sobre o seu comportamento e sobre as suas intervenções, procurando corrigí-las nas próximas oportunidades.
02) Habilidade de falar em público, fazer apresentações, participar de debates é um dos principais geradores de oportunidades na vida profissional e pessoal. Ter uma linguagem correta, adequada ao público, saber se expressar com exatidão são aspectos fundamentais. O objetivo é saber qual a sensação mais favorável que o público pode ter com a sua fala e ser capaz de causar esta reação de maneira consciente é a habilidade do comunicador que se destaca. Não é uma garantia "bullet proof", mas é uma das habilidades que marcam uma imagem muito forte nas pessoas e mais destacam os profissionais em vários campos de atuação. Creio que ser um bom comunicador é a habilidade que mais proporciona oportunidades de ser conhecido e reconhecido profissionalmente.
03) Rapidez e presteza nas respostas e no atendimento de uma solicitação é um aspecto válido em todos os níveis numa organização. Literalmente não há situação na vida profissional, social ou pessoal em que não seja vantagem. Até hoje, lembro-me dos poucos profissionais que mais me impressionaram neste quesito e seguem sendo referências para mim ao longo da minha vida. Faço homenagem a um velho amigo, pois Rubens Campos Rocha foi quem mais me impressionou em toda minha vida. Desde cedo tornou-se o "homem de confiança", pois a sua entrega era sempre a mais rápida e nunca deixava ninguém "na mão".
04) Positivismo e otimismo chamam atenção numa pessoa como um poder de gerar coisas positivas e encaminhar nossas atitudes e posturas sempre para o melhor. São pessoas que nos motivam a usar o "lado melhor", evitando que as pessoas ao seu redor sejam rancorosos, pessimistas, vingativos e injustas. São importantes também por sempre enxergarem o "bright side" dos fatos e colherem as melhores lições dos acontecimentos. Como na vida, de vez em quando há situações muito frustantes para as pessoas. O que diferencia não é a sensação que as pessoas tem sobre o acontecimento, que creio é muito parecida, mas a forma como reagem ao fato. O que se forma, é uma espiral negativa ou positiva?
5) Confiabilidade e credibilidade das pessoas que detém informações precisas e corretas sobre os fatos. Literalmente sabem separar claramente os fatos concretos das especulações e suas opiniões, evitando a propagação de boatos e rumores. As lideranças das organizações precisam de fontes de informações confiáveis, pois suas decisões dependem da alimentação da organização. As consultas serão sempre direcionadas aos profissionais mais confiáveis, independente das suas posições. Um chefe que tive na minha vida repatia sempre que era mias importante ser bem informado do que inteligente.
06) Execução com responsabilidade e qualidade é o que gera confiança e credibilidade nas organizações. Pessoas que apresentam estas características são valorizadas em qualquer organização "at the end of the day". No "frigir dos ovos", é com quem os diretores podem contar nas horas críticas, nos momentos em que não se pode errar. Nenhuma estratégia ou nenhum plano dá resultados se quem executa não for capaz. Por outro lado, um bom executor pode corrigir o plano, encontrar caminhos que não foram imaginados e concretizar o projeto, superando as dificuldades que aparecem pelo caminho. Este misto de competência com resiliência faz um profissional muito valioso. Quem alcança este status, só precisa continuar para ter a sua vez.
07) Capacidade de estabelecer e manter um relacionamento adequado com os colegas na organização e com as pessoas em geral. Respeitar os outros e merecer o respeito deles não é tão natural como muitos pensam. O fato é que empatia continua sendo a chave do relacionamento entre as pessoas em todas as circunstâncias. Mesmo nos dias de hoje, em que o relacionamento tem a Internet como meio, a simpatia e o respeito continuam tendo um valor fundamental. Talvez por ser uma época de assertividade e individualismo, esta habilidade seja ainda mais valorizada nas organizações. Mesmo os jovens, um dia terão que sair do "bunker da Internet" e expor-se à nossa frente para uma entrevista.
Dizem que o número 7 é um número cabalístico, e há também muitas coisas escritas como "7 Hábitos", "7 Segredos", "7 Maravilhas", etc... Quem sabe se você prestar atenção a estes 7 pontos simples, descritos acima, não seja suficiente? Para mim, você já seria um destaque fenomenal e estaria no topo do "short list"!
Fonte: http://yoskaw.blogspot.com

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DICA DE SAÚDE

Insônia pode desencadear problemas cardíacos graves


Uma noite mal dormida é, invariavelmente, uma porta de entrada para uma série de inconvenientes. Cientificamente já foi comprovado que além do impacto físico, emocional e até estético, o sono interfere também na saúde. E, tratando-se do organismo, o alerta pisca com mais intensidade: a insônia crônica pode desencadear problemas cardíacos graves. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, pessoas que sofrem de insônia elevam a pressão arterial à noite. Hipertensão, vale lembrar, é um dos fatores de risco mais perigosos para o coração.

O sono e o coração
A pesquisa revelou que os efeitos da insônia crônica a longo prazo são nocivos até mesmo para pessoas sem predisposição a problemas cardíacos. Segundo os especialistas que conduziram o estudo, o ritmo da pressão arterial aumenta quando o sono não vem, ou seja, ela não cumpre um ciclo natural. Uma boa noite de sono de 8 horas diminui normalmente a pressão enquanto a pessoa dorme.
No caso de pacientes que sofrem com a insônia não há a diminuição da pressão arterial e isso faz com que o músculo cardíaco trabalhe enquanto deveria descansar. "O mais preocupante é o risco de se manter uma pressão alta por muito tempo. Se isso ocorre, há chances grandes de danos nas artérias e vasos, o que pode resultar em infarto, acidente vascular cerebral (AVC ) e insuficiência cardíaca ou renal", explica o cardiologista José Aziz, de São Paulo.

Em outro estudo, feito pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, foi constatado também que a apneia do sono aumenta em até três vezes os riscos de AVC entre homens. A causa mais provável para que eles estejam mais vulneráveis do que as mulheres está ligada a maior duração da apneia do sono entre eles. Além disso, os homens podem desenvolver a síndrome mais cedo e, por isso, ficam mais tempo sem tratamento, uma vez que as complicações só começam a aparecer em idade avançada. "O maior perigo da interferência da falta de sono ao coração é a forma silênciosa que tudo acontece. Os pacientes não apresentam sintomas e, na maioria dos casos, nem sabem que o fato de não dormir bem pode ser nocivo ao coração", explica Aziz.

Como prevenir
Atitudes simples podem ser incorporadas na rotina para driblar a insônia. De acordo com o neurologista Shigueo Yonekura, ler um livro que não seja complexo antes de dormir pode ajudar a pegar no sono, assim como músicas calmas, massagens relaxantes ou chás que não sejam a base de cafeína.

Fazer refeições leves antes de ir para cama, praticar exercícios com regularidade, não fumar e manter um ambiente agradável e convidativo para o descanso são medidas recomendáveis. Em casos de insônia mais duradouros, procurar um médico (neurologista ou até mesmo um otorrino) é aconselhado.

sábado, 19 de novembro de 2011

PIADA DE ARGENTINO

Um argentino, um sueco e um nigeriano aguardavam ansiosamente na aternidade
o nascimento de seus filhos.
Eis que surge a enfermeira e diz:
- Senhores, houve uma tremenda confusão. Os bebês foram trocados e não
sabemos mais quem é quem.
Só sei que temos dois brancos e um negro.
- Não tem problema - sugeriu o nigeriano.
- Cada um escolhe um bêbe e vamos fazer um sorteio para determinar a ordem
da escolha.
Feito o sorteio, a primeira escolha coube ao sueco.
Ele entrou no berçário, olhou para os bebês e saiu com o negro no colo.
- Ma bwana! - reclamou o nigeriano. - Você pegou o negro. Este obviamente é o meu bebê. Eu sou negro, minha esposa é negra. Me dá este bebê, volta lá e
escolha um dos brancos.
E o sueco, já indo embora:
- Tá maluco? e se eu pego o argentino?

domingo, 13 de novembro de 2011

DIA DE MERDA

Um dia de MERDA! Por Luiz Fernando Veríssimo


Aeroporto Santos Dumont, 15:30 . Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas . Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. ” Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo .” O avião só sairia as 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários . Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”

Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda . O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante:

“Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido à obras na pista .” Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele . E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado .

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada . Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal .

Mas sem dúvida, a situação tava tensa . Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério : ” Cara, caguei.” Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou – me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle . ” Que se dane, me limpo no aeroporto ” – pensei . “Pior que isso não fico .” Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte . Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda . Desta vez, como uma pasta morna.

Foi merda para tudo que e lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés . E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade . E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado . Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa . E me caguei pela quarta vez .

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca , mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto . Mas era tarde demais para tal artifício absorvente . Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada .

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.

Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco . Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né ?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço ) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia .

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o ” check-in ” e ia correndo tentar segurar o vôo . Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte . Ele tinha despachado a mala com roupas . Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus .

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis . Minha cueca , joguei no lixo . A camisa era história . As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10

Teria que improvisar . A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnifica máquina de lavar . Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água..

Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu . Estava pronto para embarcar . Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calcas do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa . Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando ” O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria . A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo . Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: ” Nada , obrigado . Eu só queria esquecer este dia de merda !!!

sábado, 12 de novembro de 2011

Piada

CORNO HIPOCONDRIACO

O hipocondríaco vai ao médico: "Doutor, minha mulher me traiu há uma semana e ainda não apareceram os chifres. Será falta de cálcio?"

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Piada

A mulher avisou ao marido que agora só ia dormir de calcinha preta.
O marido:
- Calcinha preta???
Ela:
- Lógico. Pinto morto, perereca de luto!

Piada

Encontram-se dois amigos. Um diz pro outro:
- Você está com aspecto horrível! Você está doente?
- Sim, estive no médico e ele diagnosticou deslocamento de órgão.
- Deslocamento de órgão? Nunca escutei falar. O que é isso?
- Meu fígado foi pro saco!

Política

BOPE R$ 2.260,00 - Para arriscar a vida;

Bombeiro R$ 960,00 - Para salvar vidas;

Professor R$ 728,00 - Para preparar para a vida;

Médico R$ 1.260,00 - Para manter a vida;

E o deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para Ferrar a vida dos outros!

Política

Melhor definição de Brasília

Definição do Congresso Brasileiro, segundo "José Simão":

"Se gradear vira zoológico, se murar vira presídio, se cobrir com lona vira circo, se botar lanterna vermelha vira puteiro e se der a descarga não sobra ninguém".