quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
PENSAMENTO DO DIA
A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas...um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna...
DICAS SÉRIAS
7 hábitos de pessoas altamente produtivas
Saber dizer não e estabelecer objetivos profissionais são algumas atitudes característicasCamila Lam, de Exame
São Paulo – Ser produtivo não é estar ocupado o tempo todo. Uma pessoa altamente produtiva é aquela que consegue tomar decisões, concluir tarefas e ainda se destacar com ideias inovadoras.

Para ter sucesso na carreira é recomendável fazer uma autoavaliação sobre o rendimento no trabalho. Se antes ser uma pessoa produtiva era associado a produção em massa, hoje espera-se de um profissional produtivo ser capaz de fazer as escolhas certas.
Confira nas páginas seguintes sete hábitos que merecem ser adotados:
1 - Estabelecer critérios e saber dizer não

Para o diretor de conteúdo e facilitação da FranklinCovey Brasil, Luciano Meira, não é humanamente possível atender a todas as demandas que surgem ao longo do dia ou da semana. “É preciso dizer não para algumas coisas e dizer sim para outras. Quando você aceita fazer todas as tarefas, você gasta energia, tempo e atenção e não faz nenhuma com qualidade”, explica.
Uma pessoa altamente produtiva tem um filtro extremamente eficaz e, por isso é capaz de detectar a todo o momento quais atividades realmente merecem atenção. Nesse caso, menos é mais.
2 - Ter os objetivos profissionais e pessoais estabelecidos

Que tipo de resultado faz sentido para você? Ao estabelecer qual o resultado você quer atingir no seu papel profissional ou mesmo na família, chegar ao equilíbrio pode parecer mais fácil.
“Metas levam tempo para serem cumpridas e quando você sabe exatamente onde você quer chegar fica claro como você deve agir no trabalho, em casa ou nas horas vagas”, explica Meira.
3 – Planejar diariamente o que precisa ser feito

De acordo com Meira, o planejamento semanal deve ser feito antes de a semana começar e não é recomendável economizar tempo na hora de pôr tudo no papel. Ao fim de um dia também é indicado dedicar dez minutos para anotar o que precisa ser feito no dia seguinte.
Para o especialista, a rotina de uma pessoa produtiva se conecta com as grandes metas e isso só é possível realizando pequenas tarefas.
4 – Acessar o e-mail periodicamente

Entre computadores e smartphones, fica difícil de manter a concentração no ambiente de trabalho. Mas pequenas atitudes podem economizar tempo, energia e evitar distrações. Estabeleça horários para acessar o correio eletrônico. E se for usuário do Microsoft Outlook, aprenda a utilizar suas ferramentas.
Meira diz que simples mudanças como aplicar regras, direcionar mensagens para a pasta de spam ou para que e-mails de determinada pessoa sejam marcadas como importantes podem evitar com que você acesse a caixa incessantemente.
“A tecnologia tem quer um meio de produtividade e não de distração”, resume o diretor de conteúdo da FranklinCovey Brasil.
5 – Evitar ser “multitarefa”

Ser “multitarefa” pode parecer uma vantagem, mas não é. Trabalhar em mais de uma tarefa alternadamente além de não garantir que fique pronta mais rápido, a qualidade também ficará aquém do desejável.
“Ser preciso evita um desgaste de energia e tempo”, afirma Meira.
6 – Adotar intervalos

Em vez de mandar e-mail ou telefonar, caminhe até a mesa do seu colega de trabalho se deseja falar com ele pontualmente. Saia, nem que seja por cinco minutos, do seu ambiente de trabalho em intervalos de uma hora ou uma hora e meia. Trabalhar interruptamente não é garantia de um trabalho melhor.
Caso esteja concentrado e não quer ser interrompido, tranque a porta e avise que não deseja ser incomodado.
7 – Cuidar da saúde

“Pessoas sedentárias tendem a perder muito mais energia e se sentirem muito cansadas rapidamente”, diz Meira.
Não se surpreenda se uma pessoa que é altamente produtiva no trabalho também encontra tempo para ter hobbies, como praticar esportes. Além disso, o especialista afirma que é preciso prestar atenção na alimentação e na qualidade do sono.
* Fonte: http://www.exame.com.br
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
PIADAS
Joãozinho...
O Joãozinho vai até a farmácia e pede ao farmacêutico um supositório. O farmacêutico embrulha e entrega para o Joãozinho que vai saindo da farmácia sem pagar a conta. Então o farmacêutico grita: - É para por na conta da sua mãe ? E o Joãozinho responde prontamente: - Não, é para por no c*ú do pai mesmo.
Quer mais? acessem a aba de piadas...
O Joãozinho vai até a farmácia e pede ao farmacêutico um supositório. O farmacêutico embrulha e entrega para o Joãozinho que vai saindo da farmácia sem pagar a conta. Então o farmacêutico grita: - É para por na conta da sua mãe ? E o Joãozinho responde prontamente: - Não, é para por no c*ú do pai mesmo.
Quer mais? acessem a aba de piadas...
DICAS SÉRIAS
6 dicas para trabalhar de casa
Os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa
Rafael Ferrer, de Info
São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.
Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.
Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.
Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.
Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.
Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. "As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego", diz Irene.
As seis dicas são:
1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.
2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.
3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.
4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente as internas das empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.
5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham os mesmos conhecimentos. “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.
6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene.
*Fonte: http://www.exame.com.br
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
DICAS SÉRIAS
O erro de quem faliu é não querer ver
Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa
Sidney Santos, da EXAME PME
Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?
No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.
Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.
Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.
Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.
Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.
Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.
Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.
Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.
Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.
Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.
*Fonte: http://www.exame.com.br
Muitos empreendedores quebrados acreditam que esse momento ruim é só uma fase - e não fazem nada para reerguer a empresa
Sidney Santos, da EXAME PME
Vi, bem de perto, uma empresa quebrar. Era de um conhecido meu. Estava há dez anos no mercado e faturava 15 milhões de reais por ano, mas quase tudo isso vinha de um único cliente. Um dia, o contrato foi cancelado e a empresa quebrou. Ele ficou desesperado e sem amigos. Aqueles mesmos que passeavam em sua lancha, bebiam seu champanhe e comiam sua lagosta, para onde foram?
No lugar dele, muita gente teria entrado em depressão, pois, quando a crise é muito grande, a capacidade de raciocinar diminui e é difícil enxergar soluções. Ele, então, usou seu maior capital — o intelectual, talvez o único que não evapora com o dinheiro.
Para mim, capital intelectual é inteligência, experiência e conhecimento, aliados a força de vontade, perseverança e foco. Ele tinha tudo isso. Buscou forças, deixou o orgulho de lado e começou tudo de novo.
Na nova empresa, ele teve uma sensação estranha. Depois do tombo, meu amigo estava, claro, receoso de fracassar novamente. Por isso, cada degrau lhe parecia uma muralha. De todos os desafios, o maior foi aceitar a situação. Foi preciso cortar gastos em casa e explicar à família que, dali em diante, todos teriam de se conformar com uma vida mais simples.
Ele aprendeu, e muito. Aprendeu a ouvir. Aprendeu a recuar quando preciso. Aprendeu a se espelhar em pessoas comuns, que jamais imaginou ter por modelos. Até hoje ele está na batalha — não só a de recuperar o que perdeu, mas a de se tornar um empreendedor melhor do que antes.
Durante minha vida, tive a sorte de encontrar empreendedores que se deram bem e a quem pude fazer muitas perguntas para poder copiá-los. Mas minha maior fortuna mesmo foi sempre encontrar os que quebraram. Esses, sim, me ensinaram algo indispensável, mostrando, talvez sem perceber, os caminhos que eu não deveria jamais seguir.
Um deles: muitos pequenos e médios empresários em dificuldades cometem um erro terrível — acreditar que aquele momento ruim é passageiro. Julgando que é só uma fase, não fazem nada para se recuperar.
Já cometi esse erro. Após três anos de empresa, me encontrei sem um tostão. Achei que não era nada, que o dinheiro apareceria no dia seguinte. Tomei dívidas. Um dia, fui comprar uma caixinha de trufas de chocolate e dei um cheque de 14 reais. Ligaram-me da loja avisando que meu cheque tinha voltado, sem fundos.
Mandei reapresentar — certamente tinha sido erro do banco. Só quando o cheque voltou pela segunda vez é que me dei conta de que estava quebrado.
Agradeço àquela caixinha de trufas. Foi ela que me trouxe a consciência necessária para eu juntar forças e começar tudo de novo. Vendi meu carro lindo. Vendi minha tão amada moto. E aprendi algo fundamental: nada disso é meu; são todas coisas de propriedade de minha empresa, emprestadas para minha satisfação.
Por isso, se você passar por uma situação semelhante, busque sua caixinha de trufas e boa sorte em seu recomeço. Tenha certeza de que, independentemente de o caminho ser longo ou curto, há de ser proveitoso.
*Fonte: http://www.exame.com.br
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
PIADAS
Mineiro brincando de antônimo.....
- Ô, Zé! Vâmu brincá di antônimo?
- O que c'ocê falô???
- Brincá di antônimo, sô! Qué dizê, uma coisa contráia da ôtra!
Purixemplu: arto e baxo, forte e fraco...
- Ah, intindi! Intão, vâmu brincá!
- O que vai valê?
- Uma cerveja... Eu cumeço, tá?
Começaram a brincadeira:
- Gordo?
- Magro!
- Hômi?
- Muié!
- Preto?
- Branco!
- Verde?
- Verde? Nada disso! Verde é cor, num tem antônimo, não!
- Craro que tem!
- Intão ixprica, sô!
- Maduro!
- Ai! Pirdi a aposta! Vâmu di novo, valendu ôtra cerveja?
Mas dessa veiz ieu cuméçu!
- Pódi cumeçá!
- Saúde?
- Duença!
- Moiádo?
- Seco!
- Agora ocê vai sidana', sô fidumaégua! Qué vê só?
- Fumo?
- Não, não! Peraí, peraí... fumo num tem antônimo!!!
- Craro qui tem, uai!
- Intão, diz aí, qualé o antônimo de fumo?
- Vortemo !!
* Enviado por Larissa Ladeira
- Ô, Zé! Vâmu brincá di antônimo?
- O que c'ocê falô???
- Brincá di antônimo, sô! Qué dizê, uma coisa contráia da ôtra!
Purixemplu: arto e baxo, forte e fraco...
- Ah, intindi! Intão, vâmu brincá!
- O que vai valê?
- Uma cerveja... Eu cumeço, tá?
Começaram a brincadeira:
- Gordo?
- Magro!
- Hômi?
- Muié!
- Preto?
- Branco!
- Verde?
- Verde? Nada disso! Verde é cor, num tem antônimo, não!
- Craro que tem!
- Intão ixprica, sô!
- Maduro!
- Ai! Pirdi a aposta! Vâmu di novo, valendu ôtra cerveja?
Mas dessa veiz ieu cuméçu!
- Pódi cumeçá!
- Saúde?
- Duença!
- Moiádo?
- Seco!
- Agora ocê vai sidana', sô fidumaégua! Qué vê só?
- Fumo?
- Não, não! Peraí, peraí... fumo num tem antônimo!!!
- Craro qui tem, uai!
- Intão, diz aí, qualé o antônimo de fumo?
- Vortemo !!
* Enviado por Larissa Ladeira
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
DICAS SÉRIAS
8 jeitos de implodir suas chances na entrevista de emprego
Especialistas mostram quais os principais erros dos candidatos nos processos de seleção
Talita Abrantes, de Exame
Especialistas mostram quais os principais erros dos candidatos nos processos de seleção
Talita Abrantes, de Exame
São Paulo – Apesar do suspense dos mercados globais, o Brasil deve seguir em 2012 com uma defasagem severa de profissionais com qualificação suficiente. Mesmo assim, há quem (apesar de um currículo interessante) não consiga encantar nenhum headhunter.
As razões podem estar na maneira como a pessoa se porta na entrevista de emprego. De acordo com especialistas, mesmo entre profissionais mais experientes e que pleiteiam cargos mais executivos, os erros são comuns. Confira quais são:
1. Bancar ser a última bolacha do pacote
O Brasil vive um momento de ouro para os profissionais com qualificação de tirar o fôlego. Ter um currículo anos luz acima da média, contudo, não pode ser justificativa para dar pano para a presunção na hora da entrevista de emprego.
“É uma questão de oferta e procura. Quando você sabe que a demanda está alta, você tende a se valorizar mais. O cuidado é que tem aumentado a soberba por parte dos candidatos”, afirma Luiz Visconte, sócio da Vicky Block Associados.
Cada vez mais, as empresas valorizam determinados perfis profissionais que em nada combinam com falta de humildade. “Quando você se coloca como a última bolacha do pacote, é o mesmo que dizer para o outro que ele não é tão bom quanto você”, diz o especialista. “O candidato precisa baixar a guarda e mostrar que está lá, realmente, por vontade de estar”.
2. Fugir dos fatos
Agora, qual é o limite entre ser presunçoso e encantar o recrutador com suas qualificações ou conquistas? Com dados e fatos. Ponto final. O problema, segundo Visconte, é que muitos candidatos se perdem em uma porção de adjetivos abstratos sobre eles mesmos. E isso só contribui para que o fique uma imagem presunçosa.
“Quando você tem realizações que são compatíveis com o seu discurso não ficará a impressão de que você está tentando mostrar que é melhor do que a pessoa do outro lado”, diz o sócio da Vicky Block Associados. Ao contrário. Os fatos irão “vender o peixe” sozinhos - sem que você tenha que se desdobrar para impressionar.
Por isso, a dica é “descrever suas conquistas e como elas se aplicam para o cargo em questão de uma maneira clara e concisa”, afirma Frédéric Ronflard, diretor da Robert Walters Brazil.
3. Ser ignorante nos assuntos da empresa
Aparecer na entrevista sem ter a mínima noção sobre os negócios da companhia já é um deslize sério para candidatos a oportunidades juniores. Para quem pleiteia um cargo mais elevado na hierarquia, essa postura vira falta gravíssima.
“A entrevista é um processo de mão dupla. Da mesma forma que a empresa avalia o candidato, ele deve checar se a proposta faz ou não sentido para ele”, diz Visconte. E, para isso, é preciso preparo prévio.
Ao demostrar algum conhecimento sobre assuntos relacionados a empresa, o candidato denuncia que, realmente, se interessou pela oportunidade. Fato que garante alguns pontos na avaliação final.
4. Trocar de papeis
Agora, de acordo com Ronflard, essa postura não deve ser pretexto para bancar o entrevistador. Lembre-se: esse não é o momento para colocar o recrutador na parede – como se o cargo, e não você, fosse o candidato em questão.
“O profissional deve conduzir a si mesmo como se estivesse determinado a conseguir o emprego em questão”, diz o especialista. “Nunca feche a porta de uma oportunidade”.
Sinal vermelho para os ansiosos de plantão que, de cara, querem saber tudo sobre o pacote de salários. “Você envia um sinal ruim sobre sua verdadeira motivação”, explica. “Além disso, você terá outros momentos (e a pessoa certa) para discutir esse assunto quando o interesse mútuo crescer”.
5. Acabar com a reputação da ex-companhia (ou atual)
Falar mal do emprego ou chefes anteriores além de antiético pode render pontos negativos para a avaliação final do headhunter. “Há entrevistados que, para não assumir seus atos, acabam recriminando outros”, diz Visconte. Além de imaturidade, isso pode apontar o quanto não confiável é o candidato em questão.
“Isso também pode gerar uma leitura ruim sobre sua real motivação para mudar de emprego”, diz Ronflard. Em outras palavras, talvez você só queira fugir da atual empresa.
6. Fugir de perguntas nebulosas
Diante de questões que apontem para um erro ou um tropeção anterior na carreira, o jeito é encarar com o máximo de honestidade possível – sem colocar em xeque a reputação de terceiros.
“Quanto mais de frente com o problema, melhor. Menos dúvidas sobram para o recrutador“, diz Visconte. “Se ele conseguir mostrar que essa experiência o ajudou a fechar um ciclo profissional, melhor”.
7. Não ser formal o suficiente
Mais e mais, as empresas estão apostando em entrevistas de emprego mais confortáveis para os candidatos. O problema é que muitos candidatos não percebem que há limites e agem como se estivessem em um happy hour com amigos.
“Não há nenhum problema em ser simpático e caloroso durante a entrevista, desde que isso não ultrapasse os limites do profissionalismo”, diz Rodland. “Você pode parecer próximo ao recrutador, sem ser intrusivo, por exemplo”.
A dica do especialista para isso é simples: “seja sempre um pouco mais formal do que o recrutador”.
8. Deixar o celular ligado (e atender)
Pode parecer básico, mas acredite: muitos candidatos a cargos executivos não conseguem desgrudar do celular nem mesmo durante uma entrevista de emprego. E, sim, há quem atenda uma ligação nessas condições.
Some-se a isso chegar atrasado e, pronto, terá um prato cheio para acabar com todas as chances de conseguir o cargo.
Fonte: http://exame.abril.com.br
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
PIADAS
CAIPIRA
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
O representante do censo pergunta ao caipira:
- Quantos filhos o senhor tem ?
- Bão... as minina são seis... os minino são quatro...
- Então sua prole é grande?
- Grande até que não, mas tá sempre dura...
DICAS SÉRIAS
As frases que você nunca deve falar para o chefe
Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.
Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.
1 Isso não faz parte do meu trabalho
“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.
Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.
2 A culpa não é minha
Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.
3 Se você não fizer isso, eu me demito!
Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.
4 Isso é impossível de fazer!
Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.
5 Eu faltei porque meu cachorro está doente
Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.
Fonte: http://www.exame.com.br
Mentir, inventar desculpas para faltar ao trabalho ou ameaçar se demitir são atitudes proibidas
Camila Lam, de Exame
São Paulo – A construção de um bom relacionamento com o seu chefe leva tempo, e para conquistar a confiança dele é preciso dedicação diária. Por isso, seu comportamento é essencial para alavancar sua carreira.
Com as recomendações de Fernanda Campos, sócia diretora da Mariaca, confira abaixo quais são os assuntos ou frases que nunca devem chegar até o chefe.
1 Isso não faz parte do meu trabalho
“Seu dever é executar a demanda e refletir porque ele passou essa tarefa”, diz Fernanda. “Pode ser que o seu chefe pediu porque confia no seu trabalho ou quer testar suas habilidades”.
Para ela, se realmente não faz parte das suas competências e você não conseguiu realizar a tarefa, a dica é pedir ajuda para os colegas e depois relatar ao chefe da sua tentativa.
2 A culpa não é minha
Não é uma frase que o chefe espera. Incriminar o colega de trabalho não ajudará a resolver o problema, mesmo porque a culpa pode ter sido sua.
3 Se você não fizer isso, eu me demito!
Ameaçar o chefe nunca é uma boa opção. “Temos que lembrar que estamos num ambiente de trabalho, por mais liberdade que o profissional tenha, o chefe pode acatar e acabar demitindo o profissional”, afirma Fernanda.
4 Isso é impossível de fazer!
Por mais difícil que a tarefa possa parecer, antes de retrucar, é preciso tentar. Demonstre ao seu chefe que você é uma pessoa colaborativa e depois de várias tentativas relate a razão de não ter conseguido.
5 Eu faltei porque meu cachorro está doente
Não invente que algum parente faleceu ou que um animal de estimação ficou tão doente que você teve que faltar o trabalho. O chefe pode descobrir que você mentiu de diversas maneiras, ainda mais com as redes sociais.
Fonte: http://www.exame.com.br
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Economia
O que é uma bolha?
Texto publicado orignalmente em O pequeno investidor O que é uma bolha?
De uns tempos para cá, tenho visto, em outros fóruns de discussão, muitas pessoas questionando minha “previsão” de que o país passa por uma bolha imobiliária. Muitas pessoas alegam que não existe a bolha porque não vislumbram um cenário em que os preços caiam agudamente, como aconteceu nos Estados Unidos. Outras pessoas dizem que não há bolha imobiliária no país porque nosso sistema bancário é melhor regulamentado do que o americano e que, por isso, não acontecerá aqui o que aconteceu por lá. Acredito que ambos os argumentos são falhos – e a falha deles é a falta de conhecimento a respeito do que é uma bolha.
Definição simples, rápida e direta: uma bolha é a situação em que ocorre um descolamento dos preços de um ativo (imóvel, ações, fundos imobiliários, tulipas) com relação aos seus fundamentos.
Ou seja, na definição de bolha não está embutida nenhuma “queda abrupta” ou “crise de crédito idêntica à que ocorreu nos EUA”. Repetindo a definição, bolhas são o simples descolamento dos preços de um ativo com relação a seus fundamentos.
A principal maneira de fazer isso é avaliar o retorno do ativo para seu proprietário. O valor de um título do tesouro direto é calculado pelos juros que ele paga; o de uma ação, pelo seu retorno (em termos de lucro por ação ou de dividendos); e os imóveis, pelo seu aluguel. Não é possível avaliar se um ativo está caro ou barato, ou descolado de seus fundamentos ou não, apenas pela tendência de preços. Se o preço de uma ação sobe em harmonia com o crescimento do seu lucro, está tudo certo. Mas, às vezes, o preço da ação sobe de maneira descolada do crescimento dos seus lucros, pelo simples fato de que os investidores aceitam pagar mais por ela do que seu valor intrínseco. Se isso ocorre, uma bolha está criada.
E, acredito que temos visto isso com os imóveis no Brasil. De uns tempos pra cá, consolidou-se um paradigma composto pelas seguintes premissas: (i) o preço dos imóveis jamais caiu; (ii) imóvel sempre foi um excelente investimento; (iii) as altas taxas de crescimento (de ordem de 20-25% ao ano) se manterão até, pelo menos, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas (no caso do Rio de Janeiro); e (iv) a demanda é sustentável porque o Brasil vive um grande déficit habitacional. Mesmo que essas premissas fossem verdadeiras, elas não afastam o seguinte problema: se verificarmos a rentabilidade do imóvel em relação ao tipo de rendimento que dele se espera (os aluguéis), perceberemos que em várias cidades do país a rentabilidade esperada dos imóveis em termos de aluguel é muito inferior à taxa de outros investimentos. Em muitos casos, o proprietário recebe, em aluguel, menos de 3% do valor do imóvel por ano. Isso é metade da poupança, e é inferior à rentabilidade, em dividendos, de empresas como a Ambev.
Texto publicado orignalmente em O pequeno investidor O que é uma bolha?
De uns tempos para cá, tenho visto, em outros fóruns de discussão, muitas pessoas questionando minha “previsão” de que o país passa por uma bolha imobiliária. Muitas pessoas alegam que não existe a bolha porque não vislumbram um cenário em que os preços caiam agudamente, como aconteceu nos Estados Unidos. Outras pessoas dizem que não há bolha imobiliária no país porque nosso sistema bancário é melhor regulamentado do que o americano e que, por isso, não acontecerá aqui o que aconteceu por lá. Acredito que ambos os argumentos são falhos – e a falha deles é a falta de conhecimento a respeito do que é uma bolha.
Definição simples, rápida e direta: uma bolha é a situação em que ocorre um descolamento dos preços de um ativo (imóvel, ações, fundos imobiliários, tulipas) com relação aos seus fundamentos.
Ou seja, na definição de bolha não está embutida nenhuma “queda abrupta” ou “crise de crédito idêntica à que ocorreu nos EUA”. Repetindo a definição, bolhas são o simples descolamento dos preços de um ativo com relação a seus fundamentos.
A principal maneira de fazer isso é avaliar o retorno do ativo para seu proprietário. O valor de um título do tesouro direto é calculado pelos juros que ele paga; o de uma ação, pelo seu retorno (em termos de lucro por ação ou de dividendos); e os imóveis, pelo seu aluguel. Não é possível avaliar se um ativo está caro ou barato, ou descolado de seus fundamentos ou não, apenas pela tendência de preços. Se o preço de uma ação sobe em harmonia com o crescimento do seu lucro, está tudo certo. Mas, às vezes, o preço da ação sobe de maneira descolada do crescimento dos seus lucros, pelo simples fato de que os investidores aceitam pagar mais por ela do que seu valor intrínseco. Se isso ocorre, uma bolha está criada.
E, acredito que temos visto isso com os imóveis no Brasil. De uns tempos pra cá, consolidou-se um paradigma composto pelas seguintes premissas: (i) o preço dos imóveis jamais caiu; (ii) imóvel sempre foi um excelente investimento; (iii) as altas taxas de crescimento (de ordem de 20-25% ao ano) se manterão até, pelo menos, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas (no caso do Rio de Janeiro); e (iv) a demanda é sustentável porque o Brasil vive um grande déficit habitacional. Mesmo que essas premissas fossem verdadeiras, elas não afastam o seguinte problema: se verificarmos a rentabilidade do imóvel em relação ao tipo de rendimento que dele se espera (os aluguéis), perceberemos que em várias cidades do país a rentabilidade esperada dos imóveis em termos de aluguel é muito inferior à taxa de outros investimentos. Em muitos casos, o proprietário recebe, em aluguel, menos de 3% do valor do imóvel por ano. Isso é metade da poupança, e é inferior à rentabilidade, em dividendos, de empresas como a Ambev.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
PIADA
A noite o menino ouve alguns barulhos muito estranhos vindo do quarto de sua irmã e resolve levantar e ver o que esta se passando, ele olha pela porta e ve sua irmã se esfregando na cama e dizendo:
- Eu quero um homem.........
No outro dia a mesma coisa e o irmão foi olhar novamente.
No dia seguinte há um barulho mais forte e diferente dos outros que já tinha ouvido, e mais uma vez ele foi olhar, só que agora sua irmã estava com um homem na cama, então ele pensou um pouco e foi para o seu quarto deitou na cama e começou a se esfregar e dizer:
- Eu quero uma bicicleta..................
- Eu quero um homem.........
No outro dia a mesma coisa e o irmão foi olhar novamente.
No dia seguinte há um barulho mais forte e diferente dos outros que já tinha ouvido, e mais uma vez ele foi olhar, só que agora sua irmã estava com um homem na cama, então ele pensou um pouco e foi para o seu quarto deitou na cama e começou a se esfregar e dizer:
- Eu quero uma bicicleta..................

Boa postura melhora "sensação de poder"
Costas retas e braços abertos trazem mais autoestima e, consequentemente, mais confiança
Boa postura dá sensação de ser poderoso - ou poderosa
Novo estudo mostra que a maneira como nos sentamos e ficamos de pé pode afetar a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos.
Pesquisadores da Kellogg School of Management at Northwestern University em Illinois constataram que universitários que assumiram uma postura mais “expansiva” – com os braços estendidos e uma perna casualmente cruzada sobre o joelho – tiveram melhor pontuação em variáveis que mediram a sensação de poder, o pensamento abstrato e a vontade de entrar em ação do que seus colegas que assumiram uma postura mais “constrita”, com as mãos posicionadas embaixo das coxas, ombros caídos e pés bem juntos.
Em três experimentos diferentes, a equipe de pesquisa demonstrou que a postura física mais expansiva – especificamente, em posições que “abrem” o corpo, ocupando o espaço – pode provocar maior sensação de poder em um indivíduo, fazendo com que ele se sinta em uma posição hierárquica superior – como se fosse o patrão, por exemplo.
“Pesquisas anteriores demonstraram basicamente que existem diversas formas de fazer aumentar nossa sensação de poder”, disse Li Huang, que está se preparando para um doutorado na universidade e um dos autores do estudo.
“Basicamente, constatamos que a postura, e não o papel desempenhado por um indivíduo, é o fator que determina se o mesmo está pronto ou não para entrar em ação”, disse Huang.
Segundo dados do estudo, publicado na edição de janeiro da revista especializada Psychological Science, a vontade de agir e a habilidade de pensar de forma abstrata são critérios estabelecidos em pesquisas para calcular o poder.
O estudo
Entre 57 e 77 homens e mulheres participaram de cada um dos experimentos. Huang diz que, no geral, os resultados foram bastante semelhantes para os dois sexos.
Os participantes do estudo tiveram de assumir, aleatoriamente, a função de empregador ou empregado antes de participar de diversas atividades. Eles foram informados que deveriam dar ou seguir instruções nas posições de patrão ou empregado, respectivamente, ao mesmo tempo em que tentariam solucionar um problema. O impacto da função versus postura foi então calculado em uma série de outras atividades.
Em um dos experimentos, os participantes foram colocados em posturas expansivas e constritas, em seguida tiveram de completar fragmentos de sete palavras com a primeira palavra que tivessem em mente. Eles foram pontuados somente pelas palavras relacionadas ao poder. Aqueles que foram colocados em posturas expansivas antes do teste obtiveram pontuação mais alta.
Em outro experimento, os participantes tiveram de decidir entre tirar ou não uma carta em uma partida de blackjack e tiveram de identificar objetos parcialmente escondidos em gravuras fragmentadas. O ato de tirar uma carta foi pontuado como a vontade de agir. A identificação de objetos escondidos foi uma medida do pensamento abstrato. Nos dois casos, aqueles que assumiram uma postura expansiva obtiveram melhor pontuação.
Em um terceiro experimento, os participantes tiveram de se lembrar de uma ocasião na qual estavam em situação de controle ou de um incidente no qual estavam submetidos ao controle de alguém. Em seguida, eles tiveram de decidir se entrariam ou não em ação em três cenários diferentes - dentre eles, deixar o local de uma queda de avião em busca de ajuda ou juntar-se a um movimento para libertar alguém de uma encarceramento injusto. Embora as lembranças de situações de poder ou subordinação não tenham tido efeito significativo nas escolhas dos participantes, os pesquisadores constataram que aqueles que assumiram uma postura mais expansiva mais uma vez foram mais propensos a entrar em ação.
O estudo mostra que, tanto no caso de seres humanos como de animais, a expansividade corporal parece ser evolucionariamente inerente ao poder, tendo assim um forte efeito no comportamento.
“Nossa tendência é pensar que o poder está baseado no papel de um indivíduo na sociedade ou em uma organização. O mais fascinante nestes resultados sobre a relação postura e poder em comparação à posição de poder de um indivíduo é que a postura tem um impacto muito maior sobre o poder psicológico”, disse Amy J.C. Cuddy, professora assistente da Harvard Business School.
“Essa constatação e bem impactante”, complementou a professora, que também ministra um curso sobre poder psicológico, persuasão e influência na Harvard e também já realizou uma pesquisa sobre os efeitos da postura.
Sua pesquisa, citada no estudo, demonstrou que as posturas de poder alteram funções do sistema endócrino. Ela diz que os níveis de testosterona subiram tanto nos homens quanto nas mulheres, enquanto que o nível de cortisol (o hormônio do estresse) caiu depois que os participantes foram colocados em posturas “expansivas”.
“Não estamos tentando criar machos alfa ou Gordon Gekkos”, disse Cuddy, referindo-se ao agressivo protagonista de filme Wall Street. “Ir a uma entrevista e tentar dominar a situação, ou deferir o tempo todo, não é uma atitude recomendável. Em situações como essa, o esperado é que o candidato mostre autoconfiança e entusiasmo”, ela explicou.
Com os dados do novo estudo em mãos, pode ser que gerentes frustrados com o cargo assumido ou pessoas em busca de emprego queiram melhorar a postura antes de se candidatar a um novo emprego nestes tempos de vacas magras.
Cuddy diz: “A postura é uma solução simples e elegante de aumentar a sensação de poder”.
Por Ellin Holohan
domingo, 4 de dezembro de 2011
FUTEBOL
Parabéns Corinthians pelo titulo...
Parabéns Vasco pelo VICE... "traveis"
Parabéns São Paulo incompetência de mais 1 anos fora da libertadores...
Parabéns Galo pela entregada... "cara esse jogo me decepcionou..."
O Cruzeiro merecia a derrota...
conclusão:
O juvenal vê se faz amizade com o Teixeira... quem sabe assim nois tambem ganha...
Agora falando sério...
O futebol brasileiro sem duvida nenhuma é o melhor do mundo.
O campeonato mais disputado e os melhores jogadores.
Agora senhores dirigentes vamos valorizar nosso futebol, parar de olhar só para seus interesses particulares e pensar um pouco mais nesses milhares de torcedores que as vezes fazem grandes loucuras para torcer e acompanhar seus times.
Senhores jogadores, vamos jogar mais e reclamar menos. Se ganhando o que ganham reclamam para apenas jogar futebol, queria ver tendo que trabalhar 48 horas semanais para ganhar a miséria de R$ 545,00 por mês.
Agora que venha o 2012 e muito mais futebol de qualidade pra gente.
Ah! Vamos ver se em 2012 conseguimos o ouro olímpico.
Parabéns Vasco pelo VICE... "traveis"
Parabéns São Paulo incompetência de mais 1 anos fora da libertadores...
Parabéns Galo pela entregada... "cara esse jogo me decepcionou..."
O Cruzeiro merecia a derrota...
conclusão:
O juvenal vê se faz amizade com o Teixeira... quem sabe assim nois tambem ganha...
Agora falando sério...
O futebol brasileiro sem duvida nenhuma é o melhor do mundo.
O campeonato mais disputado e os melhores jogadores.
Agora senhores dirigentes vamos valorizar nosso futebol, parar de olhar só para seus interesses particulares e pensar um pouco mais nesses milhares de torcedores que as vezes fazem grandes loucuras para torcer e acompanhar seus times.
Senhores jogadores, vamos jogar mais e reclamar menos. Se ganhando o que ganham reclamam para apenas jogar futebol, queria ver tendo que trabalhar 48 horas semanais para ganhar a miséria de R$ 545,00 por mês.
Agora que venha o 2012 e muito mais futebol de qualidade pra gente.
Ah! Vamos ver se em 2012 conseguimos o ouro olímpico.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
PIADA
Acordei com a mãe de todas as ressacas, me virei e ao lado da cama, havia um copo de água e duas aspirinas.
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.
O quarto estava em perfeita ordem.
Havia um bilhete de minha mulher:
"Querido, deixei seu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos."
Desci e encontrei um lauto café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, mijou no guarda-roupa e machucou o olho ao bater na porta do quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você disse:
"NÃO FAÇA ISSO, MOÇA, EU SOU CASADO!!!"
Conclusões:
- Uma ressaca - 170,00 reais (+ ou -)
- Móveis destruídos - 1.200,00 reais
- Café da manhã - 10,00 reais
- Dizer a frase certa no momento certo - NÃO TEM PREÇO!!!
*Enviado por: ERICK BORGES
Romantismo na 3 ª idade
UM CASAL DE Velhinhos ESTÁ NA CAMA deitado. A Esposa NÃO ESTÁ SATISFEITA COM A DISTÂNCIA QUE HÁ entre eles .
Lembra ELA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava SEGURAR A MINHA MÃO NA CAMA.
ELE HESITA E, DEPOIS DE UM BREVE MOMENTO , ESTICA O BRACO E SEGURA AMÃO DELA .
ELA NÃO SE DÁ POR SATISFEITA:
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ costumava ficar BEM pertinho DE MIM .
MAIS UMA hesitação prolongada , FINALMENTE RESMUNGANDO UM POUCO , ELE VIRA O CORPO COM Dificuldade E SE ACONCHEGA Perto DELA DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL.
ELA AINDA INSATISFEITA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava Morder MINHA orelha ...
ELE DÁ UM LONGO Suspiro , JOGA A Coberta DE LADO E SAI DA CAMA .
ELA SE sente OFENDIDA E Grita :
- VOCÊ VAI AONDE ?
- BUSCAR A dentadura , VEIA CHATA!!!
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.
O quarto estava em perfeita ordem.
Havia um bilhete de minha mulher:
"Querido, deixei seu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos."
Desci e encontrei um lauto café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, mijou no guarda-roupa e machucou o olho ao bater na porta do quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você disse:
"NÃO FAÇA ISSO, MOÇA, EU SOU CASADO!!!"
Conclusões:
- Uma ressaca - 170,00 reais (+ ou -)
- Móveis destruídos - 1.200,00 reais
- Café da manhã - 10,00 reais
- Dizer a frase certa no momento certo - NÃO TEM PREÇO!!!
*Enviado por: ERICK BORGES
Romantismo na 3 ª idade
UM CASAL DE Velhinhos ESTÁ NA CAMA deitado. A Esposa NÃO ESTÁ SATISFEITA COM A DISTÂNCIA QUE HÁ entre eles .
Lembra ELA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava SEGURAR A MINHA MÃO NA CAMA.
ELE HESITA E, DEPOIS DE UM BREVE MOMENTO , ESTICA O BRACO E SEGURA AMÃO DELA .
ELA NÃO SE DÁ POR SATISFEITA:
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ costumava ficar BEM pertinho DE MIM .
MAIS UMA hesitação prolongada , FINALMENTE RESMUNGANDO UM POUCO , ELE VIRA O CORPO COM Dificuldade E SE ACONCHEGA Perto DELA DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL.
ELA AINDA INSATISFEITA :
- QUANDO ÉRAMOS Jovens , VOCÊ Costumava Morder MINHA orelha ...
ELE DÁ UM LONGO Suspiro , JOGA A Coberta DE LADO E SAI DA CAMA .
ELA SE sente OFENDIDA E Grita :
- VOCÊ VAI AONDE ?
- BUSCAR A dentadura , VEIA CHATA!!!
DICAS SÉRIAS
5 maneiras de elevar seu QI
Pesquisas comprovam que a inteligência pode aumentar ou diminuir dependendo do estilo de vida. Veja cinco maneiras de elevar seu QI
Maurício Grego, de Exame
São Paulo — Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.
Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.
A genética ajuda, mas gênios como Einstein também devem sua inteligência ao constante exercício da mente
Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.
Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.
1 Avance o máximo possível nos estudos
Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.
2 Escolha uma atividade profissional desafiadora
Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.
3 Explore novos assuntos
As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.
4 Estude e pratique música
A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.
5 Prefira o lazer inteligente
Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.
Fonte: http://www.exame.com.br
Pesquisas comprovam que a inteligência pode aumentar ou diminuir dependendo do estilo de vida. Veja cinco maneiras de elevar seu QI
Maurício Grego, de Exame
São Paulo — Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.
Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.
A genética ajuda, mas gênios como Einstein também devem sua inteligência ao constante exercício da mente
Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.
Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.
1 Avance o máximo possível nos estudos
Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.
2 Escolha uma atividade profissional desafiadora
Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.
3 Explore novos assuntos
As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.
4 Estude e pratique música
A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.
5 Prefira o lazer inteligente
Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.
Fonte: http://www.exame.com.br
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
NOVIDADES CULINÁRIAS
Atenção visitantes,
A partir de agora, as receitas do blog Los Caras serão postadas pela Cantina da Alê.
Não deixem de conferir, receitas deliciosas para variar o seu cardápio, e quem sabe até preparar
um jantar romântico para o seu amor ♥
Postagens semanais.
A partir de agora, as receitas do blog Los Caras serão postadas pela Cantina da Alê.
Não deixem de conferir, receitas deliciosas para variar o seu cardápio, e quem sabe até preparar
um jantar romântico para o seu amor ♥
Postagens semanais.
DICAS SÉRIAS
5 deslizes de comunicação na hora da entrevista
Saiba quais são os engasgos de linguagem mais clássicos durante o processo de seleção e aprenda a evitá-los
Talita Abrantes, de Exame
São Paulo – Para quase todos os profissionais, a entrevista de emprego se apresenta como um momento decisivo para a carreira. É a hora em que seu futuro, no curto prazo, está em jogo. E, independente do ramo de atuação, as habilidades de comunicação sempre irão falar mais alto nesse momento.
Apesar do peso nesse quesito, vícios de linguagem e erros de comunicação são comuns nas entrevistas de emprego – e, muitas vezes, potencializados pela própria tensão do cenário do processo de seleção para a oportunidade profissional.
A melhor maneira de driblá-los? Preparando-se antes da entrevista. Vale treinar em frente ao espelho, pesquisar a fundo informações sobre a empresa bem como, simplesmente, usar algumas técnicas para diminuir a ansiedade.
1. Usar as pausas como muletas
Em momentos de extrema tensão, é fato que as palavras custam a tomar corpo nos lábios. Mas é preciso cuidado para não deixar que termos monossilábicos como “ãnh” e “hum” tomem espaço. “No plano da psicopedagogia, dizemos que é um neurônio ‘falando em voz alta’”, diz o professor Silvio Luzardo, do Senac Santa Catarina.
Na prática, esse hábito pode ser visto com maus olhos pelo recrutador. “Essa ausência de vocabulário pode ser considerado como ausência de um recurso de argumentação”, afirma o especialista.
Para evitar esses tropeços no meio do discurso, pense e respire fundo antes de começar a resposta. Isso é essencial para que você organize as ideias e ative o cérebro.
2. Falar muito rápido ou num ritmo não natural
Há quem, em situações de ansiedade como uma entrevista de emprego, engate a quinta marcha e fale em um ritmo quase na velocidade da luz. Se você integra esse grupo (guardando os devidos exageros da sentença anterior), cuidado.
O recrutador pode não entender uma palavra do que você está dizendo, além de perceber facilmente em qual nível de ansiedade você está. Dica: faça leves pausas entre uma sentença e outra. Só cuidado para não cair no erro anterior.
3. Não mostrar convicção
Por questões sociais, históricas e culturais, os brasileiros têm o hábito de começar frases com o verbo “acho”. A “tradição”, contudo, não invalida a aparência de hesitação e falta de convicção que o verbo traz.
“O candidato precisa ter certeza do que diz”, diz Luzardo. “Prefira usar expressões como ‘no meu entendimento’ ou ‘a minha experiência me diz’, considerando o contexto. Isso torna o discurso mais elegante”.
4. Ser informal ou formal ao extremo
O headhunter, provalvemente, fará de tudo para que você se sinta confortável durante a entrevista. Mas isso não pode ser encarado como um código para você se sentir em pleno happy hour com um velho amigo de trabalho. Uso de gírias, palavras de baixo calão ou outros itens que denotem extrema informalidade devem ser evitados.
Agora, a entrevista também não exige pompa e tratamento digno apenas de juízes. Bancar alguém que diferente de quem você realmente é também conta pontos negativos no saldo final.
5. Assassinar o português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns escorregões no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todo candidato precisa ter atenção redobrada na hora de conjugar verbos ou, simplesmente, pronunciar algumas palavras.
*Fonte: http://www.exame.com.br
Saiba quais são os engasgos de linguagem mais clássicos durante o processo de seleção e aprenda a evitá-los
Talita Abrantes, de Exame
São Paulo – Para quase todos os profissionais, a entrevista de emprego se apresenta como um momento decisivo para a carreira. É a hora em que seu futuro, no curto prazo, está em jogo. E, independente do ramo de atuação, as habilidades de comunicação sempre irão falar mais alto nesse momento.
Apesar do peso nesse quesito, vícios de linguagem e erros de comunicação são comuns nas entrevistas de emprego – e, muitas vezes, potencializados pela própria tensão do cenário do processo de seleção para a oportunidade profissional.
A melhor maneira de driblá-los? Preparando-se antes da entrevista. Vale treinar em frente ao espelho, pesquisar a fundo informações sobre a empresa bem como, simplesmente, usar algumas técnicas para diminuir a ansiedade.
1. Usar as pausas como muletas
Em momentos de extrema tensão, é fato que as palavras custam a tomar corpo nos lábios. Mas é preciso cuidado para não deixar que termos monossilábicos como “ãnh” e “hum” tomem espaço. “No plano da psicopedagogia, dizemos que é um neurônio ‘falando em voz alta’”, diz o professor Silvio Luzardo, do Senac Santa Catarina.
Na prática, esse hábito pode ser visto com maus olhos pelo recrutador. “Essa ausência de vocabulário pode ser considerado como ausência de um recurso de argumentação”, afirma o especialista.
Para evitar esses tropeços no meio do discurso, pense e respire fundo antes de começar a resposta. Isso é essencial para que você organize as ideias e ative o cérebro.
2. Falar muito rápido ou num ritmo não natural
Há quem, em situações de ansiedade como uma entrevista de emprego, engate a quinta marcha e fale em um ritmo quase na velocidade da luz. Se você integra esse grupo (guardando os devidos exageros da sentença anterior), cuidado.
O recrutador pode não entender uma palavra do que você está dizendo, além de perceber facilmente em qual nível de ansiedade você está. Dica: faça leves pausas entre uma sentença e outra. Só cuidado para não cair no erro anterior.
3. Não mostrar convicção
Por questões sociais, históricas e culturais, os brasileiros têm o hábito de começar frases com o verbo “acho”. A “tradição”, contudo, não invalida a aparência de hesitação e falta de convicção que o verbo traz.
“O candidato precisa ter certeza do que diz”, diz Luzardo. “Prefira usar expressões como ‘no meu entendimento’ ou ‘a minha experiência me diz’, considerando o contexto. Isso torna o discurso mais elegante”.
4. Ser informal ou formal ao extremo
O headhunter, provalvemente, fará de tudo para que você se sinta confortável durante a entrevista. Mas isso não pode ser encarado como um código para você se sentir em pleno happy hour com um velho amigo de trabalho. Uso de gírias, palavras de baixo calão ou outros itens que denotem extrema informalidade devem ser evitados.
Agora, a entrevista também não exige pompa e tratamento digno apenas de juízes. Bancar alguém que diferente de quem você realmente é também conta pontos negativos no saldo final.
5. Assassinar o português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns escorregões no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todo candidato precisa ter atenção redobrada na hora de conjugar verbos ou, simplesmente, pronunciar algumas palavras.
*Fonte: http://www.exame.com.br
Assinar:
Comentários (Atom)








